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Victorian Romance Emma

28 ago

Oi!! ^^

  Como Coffee Prince estava me irritando, eu dei uma pausa e assisti à primeira temporada do anime de Emma (baseado no mangá homônimo da excelente Kaoru Mori). E eu acho que foi uma das melhores decisões que eu tomei ultimamente (vida inútil), porque o anime é a coisa mais linda!

  Emma é um seinen, que se passa na Inglaterra Vitoriana (porque né, os japoneses AMAM esse período), e conta a história do amor impossível entre uma criada, Emma, e o filho mais velho de um rico comerciante, William. Como se a diferença social entre os personagens já não fosse enorme (e uma barreira praticamente intransponível naquele período), o pai de William deseja que ele se case com uma nobre, a insossa Eleanor (a família de William, apesar de extremamente rica, não é da nobreza, por isso o casamento com um nobre seria de muita utilidade).

    Eu gostei muito do anime, eu achei o clima muito agradável e suave (bem diferente dos outros animes vitorianos que eu amo, que tem um tom mais sombrio). O relacionamento entre William e Emma se desenvolve com muita ternura, e é muito fácil torcer por eles. O anime também tem personagens muito simpáticas, como a própria Emma, William, a senhora Kelly, o velho Al… Além do exótico e adorável príncipe indiano Hakim.

  Creio que muita gente vai considerar o anime lento demais, e provavelmene com razão, já que eu vi em uma resenha do Shoujo Café que a maior parte da primeira temporada é filler, e que os 12 episódios cobrem apenas 2 volumes do mangá. Mas de qualquer forma, eu gostei muito e acho que vale a pena assistir, e é tão curtinho que eu não achei o rítimo tão lento assim (talvez porque eu não tenha lido o mangá).

  Outra crítica da resenha da Valéria, do shoujo café, é  que ela acha que a violência que Emma sofre enquanto criança foi muito leve, e incompatível com a realidade da crianças da época. E ela tem razão. Mas eu acho que a autora ficou com dó de Emma e não a fez sofrer demais, e eu também gosto tanto da personagem que não queria vê-la sofrer…

  Para mim, o único ponto negativo do anime é que a arte não é tão bonita quanto a do mangá. Mas é quase impossível chegar no nível do desenho da Kaoru Mori…

  Eu amei Emma, amei as músicas, e estou louca para começar a ver a segunda temporada (e se possível, gostaria muito de ler o mangá que, infelizmente, não saiu no Brasil). Eu recomendo para quem gosta de romances e séries de época (assim como eu), porque tenho certeza que gostará muito de Emma!

XOXO

Mallu

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Secret Garden

6 jul

Oi!!^^

  Hoje eu vou falar sobre um dos k-dramas mais divertidos que assiti nos últimos tempos, Secret Garden.

  O único problema é que eu não sei definir o gênero de Secret Garden. O que temos é um amontoado de clichês dos mais diversos tipos de drama, e que miraculosamente deu certo! Duvida? Vamos então fazer uma pequena lista das coisas (e situações bastante conhecidas de quem acompanha dramas) que aparecem em Secret Garden:

  • Menino rico arrogante, se apaixona pela menina pobre;
  • A menina pobre, é MUUUITO pobre, e pra piorar é órfã;
  • Traumas do passado;
  • Acidentes e situações de quase morte;
  • Mãe do menino rico se opõe ao romance do casal (não me diga?);
  • Em algum momento o casal decide que é melhor ficar separado;
  • PERDA DE MEMÓRIA!!!

   E, pra amarrar todos esses clichês juntos, temos uma novidade (ou não): OS PERSONAGENS TROCAM DE CORPOS (é, isso mesmo, tipo “Se eu fosse você”). Então temos alguns dos momentos mais engraçados que eu ja vi em um drama. Também temos situações de dramalhão total, com direito à personagens se ajoelhando no chão de tanto chorar. Então eu não sei se é drama, se é comédia ou se é fantasia. Só sei é que eu me diverti loucamente. Agora, se você vai considerar a confusão que é Secret Garden como sendo a fórmula de sucesso da série, ou como sendo apenas confusão mesmo, fica por sua conta…

  Agora vamos para  a minha resenha…

   Um drama protagonizado pela incrível Ha Ji Won e pelo meu oppa Hyun Bin (que todo mundo está cansado de saber que é o meu ator favorito e o homem mais lindo do mundo) já não precisa de muita coisa para ser bom. E os dois estavam tão bem nesse drama que ganharam o prêmio da SBS como o melhor casal do ano.

  Pois bem. A nossa protagonista é Gil Ra Im (Ha Ji Won). Ela passa o dorama inteiro falando que é a pessoa mais pobre do país mas se veste melhor do que qualquer um na novelinha, e tem um casaco novo para cada capítulo, o que tira a credibilidade dessa informação , mas como toda boa protagonista pobre, ela é esforçada e feliz. Ela também é uma pessoa muuuito legal, e trabalha como dublê (*o*). Por uma coincidência do destino e por ser uma novela ela conhece o nosso galã multimilhonário Kim Joo Won (João) (Hyun Bin).

  O menino rico se interessa pela protagonista, por ela ser linda e ter uma profissão bacana (eu já disse que ela é DUBLÊ??). E depois de uma cena típica onde ele observa ela sem ser notado, praticando a sua profissão como atriz de ação batendo em uns caras, ele gamou nela e passa a perseguir a  infeliz. No começo, como eu posso dizer… as intenções dele não eram as melhores. E o drama contnua assim, com ele seguindo a moça e ela fingindo que não gosta dele (alguém se atentou ao fato de ele ser o Hyun Bin?).

 

  Mais ou menos nessa parte da história eu comecei a pensar que estava vendo o drama errado… afinal, a história deveria ser sobre uma troca de corpos não é?

  Então depois de algumas situações, a menina acaba perdida no mato, e o nosso galã vai resgatá-la. Eles então vão parar em um lugar bem suspeito que deveria ter sido fechado pela vigilância sanitária faz tempo, e decidem comer lá (!). Então, a tia louca do restaurante os presenteia com aguá de lavadeira  uns licores bastante suspeitos. Depois de beber os mesmos, eles trocam de corpo. (!)

   Aí temos várias situações divertidíssimas com os corpos trocados. E depois eles voltam ao normal. Aí trocam de novo. E eu não vou explicar o motivo do troca-troca, porque quero que vocês assistam ao drama com o mínimo de spoilers!

  O estranho é que em determinado momento da série, ela dá um giro de 360 graus e a comédia vira o maior dramalhão do século. O bom é que eu gosto tanto de comédia quanto de drama, o importante é ser bem feito. Em Secret Garden, graças aos excelentes atores a mistura deu certo é ficou uma delícia. A maior prova disso é Hyun Bin. A Ha Ji Won é perfeita também, mas eu não sei se é porque eu sou muito fã dele, mas eu tive a impressão que, em muitos momentos ele quem segurou a série. Além de bonito, ele é ótimo ator, e muito versátil! Quem já viu ele fazendo comédia em “My Name is Kim Sam Soon” e drama em “The Snow Queen” (que por acaso são meus dois dramas prediletos) sabe do que eu estou falando.

  O mais importante de tudo, na minha opinião, foi o fato de que, apesar de toda a mistura que é a série, ela teve um final conclusivo. Ok, eles poderiam ter desenvolvido melhor algumas tramas paralelas, como o relacionamento do secretário Kim com a Yoon Seul e o caso do menino apaixonado pelo Oska, mas de uma maneira geral o final foi bem amarradinho (na minha opinião Secret Garden teve o melhor último episódio da história dos dramas).

Se você não se emocionou nessa cena, favor comunicar ao seu psiquiatra que você tem tendências à sociopatia

  Além dos protagonistas, nós temos personagens ótimos, como o secretário Kim (que me fez gargalhar alto várias vezes), Yoon Seul, que é a amiga que você não pediu para Deus (eu ri alto na cena do jantar, quem assitiu sabe qual é!), e o divertidíssimo Oska, a Hallyu Star decadente que ilumina o mundo inteiro com o seu sorriso, e rouba o coração de todos. Esses personagens também são muito importantes para o bom andamento da série, já que eles proporcionam  alívio quando a história fica muito tensa.

  E pra terminar o post (que ficou mais confuso que Secret Garden), um vídeo com a música linda que o meu Oppa canta para o drama ( trilha sonora é maravilhosa):

 

Recomendo Secret Garden para todos!

XOXO

Mallu

Black Bird (segunda análise)

19 jun

Oi!!^^

  Na época do lançamento do primeiro volume de Black Bird pela Panini, eu fiz uma resenha.  E agora, depois de ler até o volume 8 ( pela edição americana da VIZ), gostaria de comentar algumas coisas que ficaram falatando. Então eu resolvi fazer uma segunda análise da série (que não ficou muito uma resenha, e sim… um comentário). Esse texto é mais indicado para quem já acompanha a série, porque terá muitos spoilers…

  Ah, e eu vou falar em fases, porque ao meu ver a história se dividiu, até agora, em 3 momentos (sendo que o segundo termina com o fim do volume 8, então o que eu falar do “terceiro” é apenas especulação).

  No começo da história, temos eventos que se repetem constantemente: Misao é atacada, é salva, Kyo a cura de uma maneira muy sensual. Ela não confia no amor do rapaz e acredita que ele a quer só porque ela é a Senka maiden. (Pode reparar, é basicamente isso mesmo!)

  Logo depois, entramos no segundo momento, onde Misao começa a namorar Kyo, e decide ficar do seu lado. Parece que ela entende qual será o seu papel como mulher do líder do clã dos tengus, além de aceitar o amor que o rapaz sente por ela. Nessa parte temos o que parece que será o grande conflito do mangá: o que acontece com a Senka depois da consumação do amor com o líder do clã? Isso ninguém sabe, e a única maneira de descobrir é se um livro que narra a união anterior de uma Senka com um Youkai for encontrado, o chamado Senka Roku.

  Então começa a enrolação. Do “eu quero, mas é perigoso” por parte dos dois protagonistas.  Depois de conhecer um casal de amigos (sexualmente ativos, diga-se de passagem) formado por um Youkai e uma humana, Kyo é informado que se eles fizessem amor apenas uma vez não teria problema, mas teria que ser uma única vez , o que me faz pensar que o problema seria se a Senka engravidasse (embora isso nunca tenha sido mencionado no mangá).

  A gravidez de risco faz bastante sentido, já que seria uma humana gerando uma criança metade sobrenatural, mas o fato de “uma vez pode” é uma coisa bastante idiota, já que todo mundo sabe que não é impossível se engravidar na primeira vez, além de que existem muitos métodos anti-concepcionais (será que eles não funcionam nos tengus?). Nenhuma dessas questões teve resposta até o momento no mangá. Afinal, a gravidez não foi mencionada até agora, é apenas uma dedução possível.

  Então, sabendo que se eles fizerem amor uma única vez poderá fortalecer Kyo sem riscos para ela, Misao passa vários volumes insistindo para Kyo tomá-la. O rapaz se nega, porque ele diz que uma vez não seria suficiente, já que eles se amam demais. Então eventualmente eles repetiriam, o que causaria riscos para Misao (o que nós não temos certeza do que pode acontecer, já que o Senka Roku ainda não foi encontrado).

  Agora, no volume 8 (GRANDES SPOILERS, selecione para ler) quando Kyo está extremamente fraco depois de ser… “enfeitiçado” por uma espécie de exorcista, a única forma de fortalecê-lo e salvá-lo é se ele fizer amor com Misao. E depois de muita resistência por parte do rapaz, ele finalmente passa a noite com Misao (em uma cena de amor lindíssima, com drama, um pouco de violência, e muita paixão). E assim o volume acaba. E agoraaa, Sakurakouji, como você vai continuar a sua história?? A Senka se entregou, antes da posse do Senka Roku. (ué, a busca pelo livro não era a grande trama?). Esse foi o final da segunda fase da história.

  O meu grande temor com relação ao momento a história que vai se iniciar agora no volume 9, é que fique aquela chatisse do “fizemos uma vez, agora teremos que sofrer”…

  O que eu posso dizer é que, até agora a autora Kanoko Sakurakouji perdeu muitas oportunidades de explorar a sua própria história. Ela não só se desviou do que parecia ser a grande trama da história, que era a busca pelo livro, como deixou passar grandes oportunidades… Alguns acontecimentos foram rápidos demais, outros parecem ter sido apenas esquecidos (na minha opinião). Eu tenho muito medo que ela se perca de vez e finalize a história com muitas pontas soltas…

  Mas o que eu posso dizer sobre Black Bird? Eu amo a série. É extremamente viciante, e eu acompanho desesperadamente. Na minha opinião é a série mais divertida e viciante que sai nas bancas atualmente, já que Ouran está em seu penúltimo volume. (Maid-sama talvez seja a segunda…).

  Eu recomendo Black Bird para quem gosta de histórias com muita paixão, e elementos sobrenaturais… ou melhor, recomendo para todo mundo porque é legal demais!

  Black Bird está no sétimo volume no Brasil, pela editora Panini, e no oitavo pela edição americana da VIZ (o volume 9 sai agora em julho!!).

XOXO

Mallu

 Observação aleatória: os volumes 7 e 8 são, na minha opinião, os melhores da série, que parece que foi melhorando a cada volume ^^ . As imagens são de uma  RAW do volume 7 que eu peguei na internet.

Aos diferentes tipos de amor

12 jun

Oi!! ^^

  Para você que vive um amor… complexo…

Risa e Ootani (Lovely Complex)

 

Para você que vive um amor… incontrolável…

Nana e ren (Nana)

 

Para você que vive um amor… de infância…

Shaoran e Sakura (CCS)

 

Para você que vive um amor… cheio de paixão…

Misao e Kyo (Black Bird)

Para você que vive um amor… trágico…

Oscar e André (Versailles no Bara)

Para você que vive um amor… mágico…

Keiichi e Belldandy (Ah! Megami-sama)

Para você que vive um amor… meio violento…

Saito e Louise (Zero no Tsukaima)

 

Para você que vive um amor… nobre…

Ryuuki e Shuurei (Saiunkoku Monogatari)

Para você que vive um amor… doce…

Kashino e Ichigo (Yumeiro Pâtissière)

 

Para você que vive um amor… tímido…

Kazehaya e Sawako (Kimi ni Todoke)

Para você que vive um amor… imprevisível…

Haruhi e Kyon (Suzumiya Haruhi no Yuuutsu)

Para você que vive um amor… refinado…

Haruhi e Tamaki (OURAN)

Para você que vive um amor… de ficção científica…

Hideki e Chii (Chobits)

 

Para você que vive um amor… aventureiro…

Armeria e Skulls (Wanted)

Para você que vive um amor… fashion…

George e Yukari (Paradise Kiss)

 

Para você que vive um amor… unilateral…

Misa e Raito (Death Note)

Misa e Raito (Death Note)

 

Para você que vive um triângulo amoroso DAQUELES…

Zero, Yuuki e Kaname (Vampire Knight)

 

  Para você que vive qualquer tipo de amor, que ama alguém ou que é amado, o Yo Nihon deseja um feliz dia dos namorados!

XOXO

Mallu

Wanted

16 maio

Oi!!

  Hoje eu vou falar um pouquinho sobre um one -hot bonitinho da Hino Matsuri que foi publicado no Brasil pela Editora Panini: Wanted (a edição brasileira ficou uma das mais bonitas que eu vi).

   A história se passa na Europa, no final do século 17. Uma jovem garota órfã chamada Armeria foi adotada pelos músicos que tocam no palácio do governador, então o seu trabaho é cantar para o entretenimento dos poderosos. Lá o único que a trata com respeito é Luce, sobrinho do governador.

  Os dois são bastantes “amigos” até o dia em que, após um ataque do pirata Scars, Luce é sequestrado e levado para alto mar. Armeria então sai do palácio e vai em busca de trabalhos em navios. O seu objetivo é chegar até o navio do pirata Scars, para obter notícias de seu querido Luce.

  O mangá é muito divertido, e tem personagens bastante carismáticos. É uma comédia romântica cheia de aventura. É uma pena que tenha apenas 3 capítulos. Eu queria mais… Wanted foi escrito após MeruPuri e antes de Vampire Knight.

  E porque eu estou falando de Wanted, um mangá que eu li há séculos?Eu me lembrei de Wanted agora porque eu queria MUITO que Matsuri Hino parasse de enrolar com Vampire Knight e retomasse Wanted. Eu amo a autora, e amo Vampire Knight, mas eu acho que, devido ao grande sucesso da série, ela não quer acabar com ela, e então, ela fica arrastando a história infinitamente. Queria muito que Vampire Knight ganhasse um final digno, antes que se perca totalmente, porque já está ficando meio… cansativo (essa é uma opinião pessoal minha ^^). Ao mesmo tempo em que Wanted ainda pode contar muita coisa! (Daria um bom anime tam´ém…)

  Voltando a Wantd. Para completar o tanko, temos uma historinha em um capítulo único chamada “Primavera é Sakura”, que é bastante simpática, e o traço da autora está muito bonito nela!

OBS: Pra quem leu, alguém mais percebeu que o comandante da marinha é IDÊNTICO ao Zero de Vampire Knight? Só faltou escrever Bloody Rose na pistola dele!

XOXO

Mallu

Stepping on roses

1 maio

Oi!!

  Hoje eu vou resenhar um mangá ( de Rinko Ueda) que lí neste final de semana, Hadashi de bara wo fume (ou Stepping on Roses, como foi traduzido na versão americana). Uma tradução mais literal para o mangá seria algo como “pisando descalço em rosas”.

  A edição que eu estou lendo é a americana, da Viz, e que conta atualmente com 5 volumes. O mangá é originalmente publicado na revista shoujo Margaret (a mesma de Akuma to love song). E sim, eu comecei a ler porque as capas são lindas (vergonha de confessar isso!).

  Eu não encontro nenhuma palavra que descreva melhor a série do que NOVELA. Sério! Eu não sei como eles ainda não fizeram nenhum dorama baseado neste mangá, porque com certeza seria daqueles doramas que a gente morre de ansiedade até chegar o próximo capítulo.

  Mas vamos começar a resenha pelo princípio. Logo no primeiro capítulo conhecemos a nossa protagonista, Sumi, de quinze anos, que vive uma vida absolutamente miserável! Já é clichê ver personagens pobres, mas eu nunca vi ninguém TÃO pobre assim. Sumi mora em um barraco (de um cômodo só) com seu irmão mais velho (um gigolô irresponsável, que se envolve em muitas dívidas por conta de suas apostas), e diversas crianças, que o seu irmão trouxe para casa (ele coleta crianças abandonadas), com o pretexto de fazer com que Sumi não se sentisse sozinha. As crianças são criadas como irmãos dos dois.

  Acontece que, devido as dívidas de seu irmão, e como Sumi não tem nenhuma educação (considerando que a história se passa na Era Meiji, se ela fosse mais polida ela poderia encontrar emprego como criada em alguma casa, mas ela é totalmente rústica), ao se deparar com o desespero de perder a sua casa, Sumi se vê obrigada a se prostituir (embora eu acredite que ela mesma não tenha muita noção das implicações disso).

  O primeiro capitulo é… desesperador. Eu fiquei em pânico naquela cena em que ela fica com a irmã doente no colo pedindo esmola… (E por acaso é nesta mesma cena em que ela conhece o possível príncipe da história, um homem lindo que a ajuda nesse momento de necessidade, e por quem ela se apaixona instantâneamente, mas nós voltaremos a falar dele mais tarde…).

  Voltando a parte em que ela decide se prostituir. Ela vai lá para uma… área de prostituição, e pede um preço absurdo para se vender. Obviamente, ninguém que está lá está disposto a pagar tal quantia. É quando surge Soichiro…

  Soichiro entrega o dinheiro à Sumi, e literalmente a compra. Mas ele não a quer só por uma noite. Ele faz um acordo: que ela finja ser uma dama e se case com ele de fachada. Ele nunca a amaria, e ela por sua vez, também nunca deveria amá-lo. Ele precisa se casar para receber a herança de seu avô. Ela precisa do dinheiro para sustentar seus irmão menores e pagar os débitos de seu irmão mais velho. E é assim que a novela começa…

  Vamos aprofundar um pouco na história do mangá.  Mas nenhum grande spoiler irá aparecer, os que existem estão devidamente ocultos (selecione para ler as partes que estão em amarelo).

  Para começar, vamos falar de Sumi. Ela consegue reunir um amontoado de clichês. Primeiro somos levados ao vislumbre de “memórias de uma gueixa” quando ela fica carregando pra lá e pra cá o lenço do homem amado, mesmo que ele seja um sonho distante (ou nem tão distante assim). Depois temos “My Fair Lady”, na preparação dela para o casamento, e em vários outros momentos, já que ela é absolutamente rústica embora tenha que aparentar ser uma dama.

  A personagem é meiga, e eu confesso que ao longo da história comecei a simpatizar um pouco com ela. Mas ao mesmo tempo ela é totalmente imatura. Além de nunca agir na hora certa, ela se apega a palavras ditas em situações que não são mais compatíveis com os momentos atuais… por exemplo, mesmo quando ela e Soichiro obviamente já se gostam, ela fica fixa na promessa de que eles casam com a intenção de nunca se amarem. outro momento onde a imaturidade de Sumi fica evidente é no beijo do casamento. Gente, ela não queria se vender? Precisava bater nele só por causa de um beijinho???  Mas antes de ficar com ódio, eu lembro que ela é apenas uma menininha de quinze anos que nunca teve nenhum tipo de instrução 🙂

  (Mas ela ganhou meu coração por saber jogar! hahaha)

  Agora, o triângulo amoroso. Mais clichês. Soichiro é um mimadão. Ele é terrível com ela, e ele fica ainda mais grosso quando ele começa a se apaixonar. Tudo porque um de seus planos é fazer com que seu melhor amigo, Nozomu, se apaixone por ela a ponto de roubá-la dele. Se ele fizer isso, ele se sentirá totalmente em débito com Soichiro, e o banco de seu pai sempre financiará a sua empresa.

  Então, se ele for gentil com Sumi, ele tem medo de que ela se apaixone por ele, e o seu plano vá por água abaixo. O problema começa quando ele se apaixona por ele, aí ele não consegue mais lidar com essa situação corretamente. Soichiro acaba por conseguir este financiamento, não por mérito seu, mas por mérito de Komai, que em uma ardilosa manobra consegue criar uma situação onde Nozomu rouba Sumi, que depois retorna a ser esposa de Soichiro. (Mas a situação é tão constrangedora, que a família de Nozomu se sente em débito mesmo assim!).

  Nozomu, o melhor amigo de Soichiro, é o homem que deu esmola para Sumi, no começo da história. Ela já é apaixonada por ele, embora ele não saiba que ela é a menina das ruas. Ele depois de um tempo se apaixona por Sumi. De uma maneira bastante obsessiva e doente. Mas ela só vê que ele é um psicopata quando ele foge com ela…  E ele não é pouco psicopata… é MUITO! Ele é o típico lindo gentil, e que se revela totalmente assustador.

  Outra pessoa seriamente perturbada e perigosa é a esposa que Nozomu arruma… Mas ela não é tão importante assim…  No grupo dos psicopatas temos também a empregada, que não deveria ter a importância que tem… Uma personagem detestável, e que eu ainda não entendi como conseguiu se manter no emprego…

  Agora, Soichiro. Soichiro no começo é detestável. Mas depois, ele ganha o meu coração. Ele é totalmente tímido, e não sabe lidar com seus sentimentos. Embora ele sempre aja na hora certa, e sempre esteja disposto a perdoar Sumi. Depois que ele percebe que ama Sumi, ele passa a respeitá-la, e a cuidar dela de verdade.

  Agora, o meu personagem favorito, em disparada, obviamente é o mordomo Komai. Ele é aquele serviçal leal até a morte (desde que seu mestre não desconfie dele jamais, senão ele ficará irremediávelmente ofendido ^^). ele é aquela figura sombria, que está em todas as cenas, e parece ser o único personagem capaz de entender as situações como elas realmente são. Ele sabe de tudo, ele vê tudo, e ele conhece a vida de todos. E ainda assim, ele consegue ser a criatura mais fofa e oportuna do mangá. Dá para amar mais?

  Além de que, todo aquela devoção por seu mestre, me parece ser um pouco mais que isso… Mas sobre isso também pode ser apenas o meu lado fujoshi falando mais alto ^^^

  E não adianta nem me perguntar. Não, eu não fiquei nem um pouco indignada pela personagem ter quinze anos e se casar. Essa idade é bastante comum para a época (embore seja incomum ver personagens menores de 16 anos, pelo menos, nas situações em que vemos Sumi, nos mangás shoujo).

  Agora, um minutode silêncio para a minha indignação. Nozomu e Sumi, são loiros dos olhos azuis. Todas as ambientações são completamnete ocidentais, e as roupas também. Mas em vários momentos aparecem referências japonesas, e fica evidente que eles utilizam coisa ocidentais… porque acham chique. POR QUE A AUTORA NÃO REMOVEU AS PARTES ORIENTAIS E AMBIENTOU A HISTÓRIA EM ALGUM CENÁRIO EUROPEU? Sinceramente, não iria fazer diferença NEHUMA e ficaria muito menos forçado.

  Falei muito hoje, né? Bom pra finalizar, o que eu tenho para dizer a respeito de Stepping on Roses, é que é um mangá cheio de clichês, e que não vai mudar em nada a sua vida. Eu não gostei no começo, mas como toda boa novela, depois que você se envolve na história, é impossível parar. Eu li o mangá inteiro em uma velocidade alucinante, emendei um capítulo no outro. E estou ansiosíssima pelo próximo volume. Se gostei? Ainda não sei. Mais eu me viciei completamente.

XOXO

Mallu

Bokura ga Ita

23 mar

Oi!!^^

  No embalo do anuncio do live-action da série, prometido para 2012, eu decidi assistir ao anime (de 2006), que estava na minha lista de pendências ha algum tempo. Eu não lí o mangá (de Obata Yuki, publicado na revista Betsucomi) no qual a série se baseia, mas sei que é um tremendo sucesso no Japão, e está na reta final (me parece que acaba ainda esse ano).

  Depois que comecei a assistir me lembrei o porque eu enrolei tanto para começar… a série é extamente do tipo de shoujo que não me agrada muito. Eu recomendaria para os fãs de materiais tipo… Sunadokei. Sei que bastante gente gosta, mas eu não… Geralmente séries assim me prendem no começo, mas eu acabo desistindo vencida pelo cansaço…

  Enfim, vamos ao resumo.

  A nossa protagonista é a chatinha (não do tipo que eu detesto no começo e adoro depois, ela simplesmente é… detestável) estudante colegial Takahashi Nanami, ou Nana. Ela não é muito bonita e nem muito popular, e prende o cabelo de um jeito diferente em cada episódio do anime. No começo ela não gosta muito de Motoharu Yano, o popular da sala, mas não demora até que ela se apaixone por ele.

  Logo no começo, ele corresponde ao amor da menina (vitória!!!!) e eles passam a namorar. Na mesma velocidade com que eles passarm a se relacionar, eles passam a brigar. E eles brigam sempre. Na maior parte das vezes, por conta de ciúmes, ou por insegurança e mimo de Nana. Como se não bastasse a namorada pouco fexível, Yano também não tem o melhor histórico do mundo, tendo traumas em seu passado que sempre vêm à tona e balançam a relação.

  E eles ficam assim… terminando e voltando, sempre brigando, mas sempre apaixonados. E esse vai e vem de brigas e reconciliações continua até o final do anime que confesso, quase me roubou algumas lágrimas no último episódio. Quase. Essa é a palavra de Bokura ga Ita, pelo menos para mim. É uma história que é quase legal. O protagonista Yano é quase legal. Mas fica tudo no quase mesmo.

  Mas se você não se importa com isso, e aposta todas as suas ficas apenas para ver cenas românticas fofas, Bokura ga Ita vai te presentear com muitos momentos fofinhos e românticos (isso é, quando o casal principal não está brigado).

Spoilers, selecione para ler:

  Alguém mais ficou irritadíssimo com aquela briga do final, com a idiota da Nana sendo totalmente insenssível, incompreensiva e egoísta, não respeitando nem mesmo a doença da mãe da Yamamoto, coitada!

  Por falar em Yamamoto, eu até que torcia um pouco por ela sabe? Coitdada… Sempre com uma Nana chata pra atrapalhar o caminho dela! (Talvez a Yuki tenha sido em alguns momentos a minha personagem favorita do anime).

  E por falar nisso, eu já ouvi falar de uma história assim, com duas meninas chamadas Nana!! (Risos)

  E vamos combinar que, ciúmes da ex-namorada defunta é passar dos limites do aceitável.

  A série não é uma comédia romântica. E também não tem drama o suficiente. Na minha humilde opinião, Bokura ga Ita é… morno. Mas talvez eu dê uma olhadinha no mangá, só para ver como a história termina (mesmo que eu tenha quase certeza de como vai ser). Lembrando que, tudo que eu disse aqui é uma opinião minha. Eu realmente não tenho muita paciência com esse tipo de história de romance com ciúmes, separações e reconciliações…

  Ah, e o final do anime não é muito conclusivo não, parecendo que tinha certeza que ia ganhar uma segunda temporada (que não veio até agora).

  Preciso ver OURAN para me recuperar….

XOXO

Mallu

We pray for Japan!

Kimi ni Todoke

25 fev

Oi!!^^

  Por falar em Kimi ni Todoke… eu resolvi aproveitar o embalo da notícia do lançamento do mangá no Brasil pela Panini (feliz até agora ^^) e fazer a minha resenha do anime.

 Eu li pouca coisa do mangá, só alguns capítulos ( problema que será resolvido em breve, graças à Panini ) então minha resenha será majoritariamente baseada no anime (nem adianta me perguntar se o anime é fiél ao mangá, porque eu não conheço a história do mangá tão bem assim, então posso acabar falando alguma bobagem).

  Kimi ni Todoke é uma série shoujo com autoria de Shina Karuho, publicada originalmente na revista Margaret. A história é um school-life shoujo, com um romance bem envergonhado. E, notícia ótima para alguns, para outros nem tanto, é slice of life.

   Tanto o mangá como o anime de Kimi ni Todoke fazem basante sucesso no Japão, tanto que o anime ganhou uma segunda temporada este ano (fato nem tão comum assim no mundo dos animes baseados em mangá shoujo, visto que mesmo títulos de sucesso como Fruits Basket e KareKano tiveram seus animes abandonados na metade da história…). A série também tem um filme live action que eu não assisti… T.T

  Vamos para a história.

  A nossa protagonista é a peculiar Sadako Kuronuma Sawako. Com seu visual apavorante no maior estilo de filme de terror asiático, ela afasta as pessoas (que morrem de medo da coitada), embora ela seja, na verdade, uma pessoa gentil e solícita.

   O único que não parece temer ela de forma alguma é o nosso mocinho, o pop da escola Kazehaya Shouta.  Com a amizade entre os dois (e muito esforço por parte da tímida menina), Sawako consegue fazer uma turminha de amiguinhos, e mais tarde, consegue se integrar com as outras pessoas da escola.

  A história então, basicamente, gira em torno de Sawako que, após passar toda a sua vida isolada, após conhecer Kazehaya têm sua vida completamente alterada, vivenciando a experiência de ter amigos pela primeira vez, além de, obviamente, experimentando o seu primeiro amor (advinha com quem?).

  No anime também podemos acompanhar (pelo menos um pouquinho) a história do amor platônico de uma das amigas de Sawako, Chizuru (que, na minha humilde opinião, supera o romance principal).

  Se você está procurando uma história tocante, que mostra de maneira delicada a evolução gradual dos sentimentos entre as pessoas, Kimi ni Todoke é para você. Se você gosta de ação, fuja para as montanhas. Sério.

  Kimi ni Todoke é indicado para pessoas sensíveis que gostam de histórias românticas, e que não se frustram em acompanhar lentamente a evolução de um relacionamento onde os dois são tímidos. Se você gosta de um romance com mais… paixão, leia Black Bird que você ganha mais!

  Agora… um pequeno grande spoiler para os curiosos de plantão… (Selecione para ler)

  Ok, que Sawako e Shouta iriam ficar juntos todo mundo já sabia. O que talvez vocês não saibam é que… eles não se beijam. Pelo menos não ainda. Não existe beijo na primeira temporada… E pelo que eu lí no mangá, a situação está bastante… deprimente. Sawako se declara para Shouta com um sonoro “eu te amo” no final do capítulo 39. Eles começam a namorar oficialmente alguns capítulos depois disso. O caos é que… eu lí até o capítulo 55 (isso mesmo, CINQUENTA E CINCO)  e, até agora, nenhuma bitoquinha… :/ Que que é isso? Frits Basket 2?

  E o mais frustrante é que existem muitos momentos “quase”, onde você fica pensando “Agora vai! Agora vai!” , mas nunca vai. Essas coisas me tiram do sério. Do jeito que está, acho que beijo só no último volume…

  Para finalizar, um fato curioso. Eu gostei dos protagonistas, embora eles tenham personalidade totalmente diferente da dos personagens que eu geralmente gosto… Sawako é aquelas menininhas que são boazinhas demais, acabam sempre sofrendo e fazem de tudo para agradar aos outros (nada à ver com as minhas amadas Tsunderes, ou com as minhas queridas personagens maluquinhas, no maior estilo Hirasawa Yui e Suzumiya Haruhi), mas ela é uma personágem TÃO adorável, que não tem como não se apaixonar e torcer por ela! Já o menininho, é lentinho de mais pro meu gosto. Mas ele é TÃO bonzinho, que tudo bem…

   Eu amei Kimi ni Todoke. Afirmo com certeza que foi a história mais bonitinha que acompanhei recentemente,e, com certeza, irei ler o mangá.

XOXO

Mallu

Kimi ni Todoke no Brasil!!!!!

15 fev

  Aeeeeeee!!!!!!!!! A espera acabou!!! Depois de Black Bird no ano passado, a Panini traz para  o Brasil mais um shoujo de sucesso: Kimi Ni Todoke.

  A série é um school-life shoujo com um romance bem fofito! Vou comprar com certeza! Até que enfim, mais um shoujo bacana nas bancas, já que Vampire Knight e Ouran (os melhores atualmente em publicação, na minha humilde opinião) não aparecem já faz algum tempo…

  O mangá, de autoria de Shina Karuho e publicado originalmente na revista Mararet, vai ser bimestral (por favor por favor que intercalem com Black Bird) e com o costumeiro preço da Panini, R$ 9,90.

  (Panini, traz Maid-sama! , Kuroshitsuji e Nodame Cantabile também, por favor? Quanto a Hana Yori Dango, já desisti de me iludir mesmo T.T…)

  Ví a notícia no Anime Pró.

XOXO

Mallu

Playfull Kiss (o dorama coreano de Itazura na Kiss)

22 dez

Oi!!^^

  Todo mundo sabe que Itazura na Kiss é um dos meus shoujos favoritos de todos os tempos, porque é uma história de amor linda, mas que também mostra que na vida e no amor nem tudo sai perfeito… algumas pessoas se machucam, algumas não são correspondidas, e algumas são completamente devotas à outras. Mas, o mais importante de tudo é que os sentimentos podem mudar sim!

  Agora pensa bem se eu não iria assitir ao k-drama (os japoneses que me perdoem, mas os dramas coreanos são a minha paixão) dessa história maravilhosa, hein?

  Eu sei que o dorama não teve uma audiência muito boa, mas quer saber? Problema de quem não viu! Eu gostei, e muito!

   Primeiro porque é Itazura na Kiss, e, tipo assim, já é perfeito. (Eu falei de Itazura na Kiss no blog aqui, se puderem ler, eu ficaria feliz ^^). Além do visual privilegiado (Hyun Joong, me liga?), nós temos também uma história linda, com destaque para o amor da família (que é uma coisa muito importante, mas que as vezes é negligenciada), e com um final que não me decepcionou em nada! (Para quem não sabe, o mangá no qual a história é baseada, terminou abruptamente após o falecimento de sua autora, não apresentando um final, por isso o final do dorama era uma surpresa, mesmo para quem conhece a história!).

  Eu gostei muito desse k-drama, talvez tanto quanto tenha gostado do anime (só fiquei muito triste por não ter o retorno do Non-chan, o menininho doente que fica amiguinho do irmão do Irie (Baek Seung Jo, no coreano). Essa parte do anime é tão bonitinha ^^).

  Vale falar também que o dorama termina antes do fim do anime, o que eu gostei, já que a minha parte favorita do anime é a primeira mesmo… hahaha

  No drama, a personagem principal, a meiguinha Aihara Kotoko se chama Oh Ha Ni, e é vivida pela atriz Jung So Min. Já o grosseiro (mas no fundo não tão idiota assim) Irie Naoki se chama Baek Seung Jo, e é vivido pelo integrante do SS501 (aaaaaaaaaa!!!!!!! *o*), o bonitinho Kim Hyun Joong (e a mulherada gritaa!).

  Enfim, ele é bonitinho, mas eu acho ele meio com cara de menininha, sei lá (NÃO ME MATEM MOÇAS! É UMA MENININHA LINDA!). Mas eu gosto dele de qualquer forma. Ficou bem no papel, eu achei…

  De qualquer forma, pessoas, assistam! É uma história muito legal ( no comecinho é meio chatinho e parece bobinho, mas depois melhora bastante!). É perfeito porque tem romance, comédia e drama, tudo na medida certa!

   Será impossível não se apaixonar pela criança mais linda do mundo, o irmão do protagonista, Baek Eun Jo, vivido pelo fofíssimo Choi Won Hong ; não se emocionar com os momentos pai e filha, e com o amor que a mãe de Baek Seung Jo sente por Oh Ha Ni ^^ Eu também amei os figurantes… as amigas da Oh Ha Ni, o fofo e apaixonado Bong Joon Gu (interpretado por Lee Tae Sung)…

Eu recomendo!!

XOXO

Mallu