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Mononoke Hime

3 mar

Yo!

Hoje vou falar sobre Mononoke Hime, ou Princesa Mononoke (esse filme não foi lançado no Brasil), de Hayao Miyazaki. E pra quem pensou que esse diretor só fazia filme de criancinha, se enganou!! Não acho que criancinhas ficariam muito felizes ao assistir esse filme, que é o único que tem violência dentre os filmes que já assisti do Hayao. Já dá pra ter uma ideia pela imagem, né?

Bom, antes de qualquer coisa, queria dizer que a trilha sonora desse filme é sensacional, na minha opinião. HAHAHA.
Esse filme é excelente. Pra mim, é o melhor do Hayao Miyazaki. Mas vamos ao que interessa.
Mononoke não é o nome da garota da foto, que seria a “princesa”. O nome dela é San. Mononoke em japonês pode significa monstro ou espírito.
O filme foi lançado em 1997  no Japão, em 1999 nos Estados Unidos, e nunca (até agora) no Brasil.

A história se situa no período Muromachi do Japão (de 1333 a 1568), num tempo no qual os humanos conviviam com feras e deuses animais. Tudo começa quando um demônio possui o corpo do Deus Javali, e vai em direção ao vilarejo do qual Ashitaka, é príncipe. Assim sendo, Ashitaka batalha com o Deus Javali possuído para proteger sua vila. Entretanto, ele é amaldiçoado pelo demônio que possuía o Javali antes de matá-lo. Essa maldição lhe dá força sobre-humana, mas lhe matará em algum tempo.

Ashitaka então parte para o Oeste, buscando uma solução para seu problema. Lá ele encontra os mineradores da aldeia do ferro, comandada por Lady Eboshi, que está em batalha contra os deuses animais por território. Os humanos querem explorar a natureza e aumentar seu poder e riqueza. Para isso, precisavam se livrar dos deuses animais e das feras.

Do lado dos gigantes deuses animais está San, uma humana que foi criada pelo Deus Lobo, e que é chamada de Princesa Mononoke pelas pessoas da aldeia do ferro. San odeia os humanos por que querem acabar com a floresta. Tanto que as vezes esquece de sua própria humanidade.

Ashitaka vê a ganância humana e tenta achar um meio para que os humanos e os deuses animais possam viver em harmonia e paz, dando fim à luta. Entretanto, cada vez mais os dois lados se distanciam e se tornam mais violentos.
Assim a história toma forma e rumo.

Mononoke Hime foi uma das animações mais caras já produzidas no cinema japonês na época em que foi lançado. Foi um sucesso internacional, recebendo várias críticas positivas. Foi também o filme com maior bilheteria da história do Japão até Titanic ser lançado. Além disso, é considerado o maior anime da década de 90, com Evangelion. Hayao Miyazaki levou 16 anos para desenvolver completamente a história.

O filme tem uma atmosfera mágica, uma coisa diferente, que  é difícil de explicar. Além disso, tem uma imagem boa e uma trilha sonora impecável, de Joe Hisaishi (o mesmo que de Ponyo, A Viagem de Chihiro e Castelo Animado). Deu pra perceber que é um dos meus filmes favoritos, né? Super recomendo, apesar de não ser um filme pra criancinhas de 5 anos. Já vi esse filme ALGUMAS vezes! Hahahahah

Enfim, é isso.
Ja!

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A Viagem de Chihiro

27 fev

Yo!

Hoje vou falar sobre mais um filme do Hayao Miyazaki. Pra quem não percebeu, eu gosto bastante dos filmes dele. E o que eu escolhi pra hoje foi A Viagem de Chihiro. Esse é um clássico até aqui no Brasil, imagino… Muuita gente já assistiu esse filme por aqui, não? Esse filme foi lançado em 2001, mas só chegou ao Brasil em 2003.

A Viagem de Chihiro, Spirited Away em inglês, ganhou diversos prêmios, dentre eles o Óscar de melhor animação de 2003, e o Urso de Ouro do Festival de Berlin, de 2002. Dois dos prêmios mais prestigiados no mundo do cinema. Quando lançado, “A Viagem de Chihiro” foi aclamado pela crítica e se tornou o filme mais bem sucedido da história japonesa, passando até mesmo as bilheterias de Titanic. Nos EUA, foi distribuído pela Disney.

O filme conta a história de Chihiro, uma garota de 10 anos, fresca, mimada e medrosa. A história inicia quando ela e seus pais estão de mudança para uma nova cidade. No caminho, eles se perdem e se deparam com um enorme prédio vermelho com um enorme túnel. Por insistência do pai de Chihiro, eles atravessam o túnel se deparam com uma cidade abandonada. Nessa cidade, os pais de Chihiro encontram um delicioso banquete e começam a comê-lo. A garota entretanto, se recusa a comer e sai andando pelos arredores.

É então que ela conhece Haku, um misterioso garoto que a adverte para que saia daquele lugar imediatamente. Chihiro então vai a procura dos pais, e descobre que eles viraram porcos enormes. Além disso, começa a anoitecer, e a garota se vê perdida e sozinha naquela cidade, na qual agora começavam a aparecer muitos espíritos.

Chihiro é ajudada por Haku, e ele conta a ela que ela e seus pais estão presos num mundo no qual humanos não são bem-vindos. Assim, para não ser transformada em alguma animal e depois ser devorada, e para salvar seus pais, Chihiro deve  passar por provações para conseguir um trabalho na casa de banho de Yubaba, uma feiticeira autoritária e má.

“A Viagem de Chihiro” não é um filme violento como “Mononoke Him”e (falarei desse num post futuro), de Hayao Miyazaki, mas não tem um enredo tão simples quanto o de “Tonari no Totoro” ou “Gake no Ue no Ponyo”.

Além disso, o filme conta com imagens lindas e cenas de aventura, humor e drama, e uma trilha sonora emocionante criada por Joe Hisaishi (Gosto das trilhas sonoras dele!).

Bom, esse é um filme que eu definitivamente recomendo a todos!!! Não é um filme pesado em nenhum sentido, e é muito bonito. Uma obra de arte de Hayao Miyazaki.

E pra quem pensa que eu contei muito do filme, se enganam. Só falei do comecinho, hahahah.
Bom, então por hoje é isso!
Ja!

Gake no Ue no Ponyo

21 fev

Yo pessoal!
Hoje vou falar de Gake no Ue no Ponyo, um filme infantil do Hayao Miyazaki, o criador de inúmeros filmes premiados como Tonari no Totoro, Castelo Animado e A Viagem de Chihiro. No Japão, o filme foi lançado em 2008, mas só chegou aqui no Brasil em 2010 com o nome “Ponyo – Uma Amizade Que Veio do Mar”, que não tem nada a ver com o que seria a “tradução” do japonês, que seria algo parecido com “Ponyo encima do penhasco”. (Me corrijam se estiver estranho/errado). Mas o nome traduzido seria esquisito no Brasil, né?
De qualquer forma já vou avisando que o filme é bem infantil e bobinho. Mas como gosto dos filmes do Hayao, eu gosto.

O filme conta a história de Brunhilde, uma princesa peixe-dourado que mora com seu pai, Fujimoto,  um feiticeiro de forma humana, em seu castelo nas profundezas do oceano. Brunhilde tem vontade de conhecer mais o mundo, e sai do castelo de seu pai sem que ele perceba.

É aí que ela conhece um garoto de 5 anos chamado Sousuke, que a leva pra sua casa, lhe dá o nome de Ponyo e promete que a protegerá para sempre. A partir daí, Ponyo começa a se apaixonar por Sousuke, e a querer se tornar humana.

Enquanto isso seu pai, Fujimoto, acreditando que sua filha foi raptada por um humano, invoca os espíritos das ondas para trazerem Ponyo de volta, e acaba por abalar o equilíbrio do mundo, afetando até a lua, que sai fora de sua órbita, e os satélites que começam a cair. Assim, só a mãe de Ponyo, uma deusa do mar, Granmammare pode estabelecer novamente o equilíbrio. O pai de Ponyo vê  Granmammare no oceano e a reconhece como Deusa da Misericórdia.

Como é esperado de Hayao Miyazaki, o filme tem uma história cativante, belas imagens e uma ótima trilha sonora. Como a temática do filme é mais simples e infantil, ele foi comparado com Tonari no Totoro, e recebeu elogios da crítica internacional. O filme estreou no Japão em 2008, mas sua estréia em terras brasileiras só aconteceu 2 anos depois, em 2010.

Pra finalizar, como eu disse antes, recomendo o filme pra quem gosta de histórias infantis, bem leves e simples. Acho as imagens bem legais, muito bem feitas, e tudo mais, mas não é o melhor filme do Hayao Miyazaki. Acho que quem gosta do gênero vai gostar bastante.
That’s all por hoje, heh.

Ja !

Paradise Kiss – o filme

2 nov

Oi!!!

Para os interessados, eu não morri e estou de volta!!! Nada melhor para o meu retorno do que falar do filme derivado de um dos meus mangás top top, Paradise Kiss!!

Mas antes disso, eu gostaria de agradecer aos meus leitores que mesmo com o blog paradinho continuaram comentando e me apoiando, muito obrigada mesmo! Fico muito feliz em saber que o blog está sendo útil como fonte de entretenimento para alguém!

Mas voltando para o que todo mundo estava esperando (ou não), uma resenha para ressuscitar esse blog! O problema é que o post de hoje vai ser um pouco dividido, já que o filme me despertou emoções opostas. Vamos começar pelo mais importante, pela revolta!

Eu estava desesperada para assistir ao filme desde que ele foi anunciado. Por ser uma história jovem com emoções bastante realistas, eu estava pensando que poderia ser o melhor live-action ever. Mas não foi. Na verdade, passou bem longe disso.

Live-actions são sempre assuntos polêmicos, especialmente entre os fãs mais radicais. É impossível agradar à todos eles. Sempre irão reclamar ou do elenco, ou dos cortes, ou do cenário, enfim, agradar aos fãs mais hardcore não é um trabalho fácil (digo isso por experiência própria, quem acompanha o blog viu a minha saga para aceitar o dorama de Ouran, que ainda bem teve um final super feliz!). Mas para mim, o mais importante numa adaptação é que o “clima” da história seja preservado. A atmosfera que uma série exala faz com que, independentemente do formato, ela atinja o seu público. E o filme de Paradise Kiss pecou exatamente nisso.

Eu fiz uma resenha sobre Parakiss (anime e mangá) logo no começo do blog, e não me orgulho nem um pouco dela. Eu revisitei a série esse ano, e comentei um pouquinho sobre o anime aqui. Mas para quem não conhece a série, eu vou dar uma luz sobre ela. De uma maneira superficial, Parakiss conta a história de uma jovem do ensino médio que, ao ser descoberta como uma beldade na rua, é dragada para um grupo de estudantes de uma escola técnica de moda que desejam fazer dela a sua modelo. Nisso ela se envolve com o designer, o inesquecível George Koizumi.

Mas não basta o resumo de uma série para se fazer um bom filme, coisa que os diretores do live action pareceram ter esquecido. Paradise Kiss é muito mais do que isso, é uma série que discute as emoções avassaladoras da juventude, o impulso, a paixão, o desejo, e acima de tudo: o sonho. Por meio de Yukari, que começa a série vivendo uma vida padrão, somos colocados de frente para o famoso dilema do “e agora?”. Ela continua os estudos (área que sempre teve que se esforçar muito para obter algum sucesso) para se garantir profissionalmente, ou investe no sonho de se tornar uma modelo? E George? Ele deve podar a sua inspiração ou continuar desenhando roupas de sonho?

Ou seja, o que eu quero dizer é: Paradise Kiss não é apenas uma história sobre o que um grupo de jovens fez, mas sim sobre os sentimentos que motivaram essas ações. Essa é a sedução do mangá, que o filme ignorou.

O filme além de fazer mudanças estapafúrdias na história, como abalar profundamente a paixão entre George e Yukari (que eu afirmo, era uma paixão tórrida, não era um amor puro cheio de margaridas, eles eram unidos pelo desejo um pelo outro, George encontrou em Yukari a sua musa, ela por sua vez teve contato com um sonhador, e se apaixonou pelo mundo de maravilhas que vinha com seus objetivos). O filme foi apenas um amontoado de acontecimentos corridos e sem significado.

Esse é o meu jeito enrolativo de dizer que o filme estava muito chato e que não tinha nada a ver com a minha série maravilhosa e amada. Era uma decepção. Até os 15 minutos finais…

E eu que estava de mau-humor com o filme (segue a lista com alguns motivos):

  • Aquele guri feio que faz o Tamaki do Ouran foi escalado de novo como galã (e olha que eu ganhei simpatia pelo menino depois do dorama);
  • O cabelo da Miwako não sé rosa (e o do George não é suficientemente azul, embora o menino estivesse bonito no filme, então tudo bem);
  • Aquela atriz, que interpreta a “rival” de George que recebe meu ódio desde aquele personagem irritante dela em Hana Yori Dango (coitada né, só dão papél de mulher pentelha pra ela!);
  • As músicas são chatinhas;
  • Não fica claro o quão irreais são as roupas que George faz, e o obstáculo que ele enfrentaria em sua carreira;
  • E mais importante de tudo, indignada com a falta de paixão!

… me deixei seduzir nos minutos finais.

Por conta de um simples motivo, ELES DERAM O FINAL QUE 99,9% DOS FÃS SONHOU PARA A SÉRIE. Eu fiquei em êxtase. Quando eu percebi o rumo que a história estava tomando após uma inocente fala do Tokumori no meio da rua, eu chorei. Quando chegou o momento esperado, eu estava chorando e gargalhando alto ao mesmo tempo.

E o que é pior? Um filme fantástico com um final decepcionante, ou um live-action nada a ver COM O FINAIL MAIS PERFEITO DA HISTÓRIA DA HUMANIDADE?? Tirem as suas próprias conclusões.

Não recomendo o filme para quem nunca leu o mangá, seria uma primeira impressão muito fraca sobre a história.  Esse é o típico material que é válido para levar quem já é fã ao delírio, e só.

Mas uma pequena ressalva quanto ao fim… Precisa mesmo separar o casal por anos para depois reatar? Japão, a gente já está cansado desse recurso, ATÉ QUANDO??? (E Coréia, se liga aí! Parakiss seria um dorama sensacional, hein?).

XOXO

Mallu

Ai ai ai Ouran…

31 jul

Oi!!

  Eu já falei bastante mal do dorama de Ouran, né? Mas depois desse episódio 2, até que me convenceu um pouquinho… Pode não ser a adaptação dos meus sonhos, mas dá pra se divertir.

  Vou continuar acompanhando e ver no que dá!

  (Tudo culpa da história do exame médico! Droga, mas também usar um dos meus capítulos favoritos é covardia e manipulação! Huahaha)

XOXO

Mallu

Trailer de Paradise Kiss e Último volume de OURAN

30 mar

Oi!!^^

  Nossa senhora da bicicletinha, de hoje eu não passo. Notícias lindas (uma feliz e outra nem tanto) das minhas duas séries favoritas!!!!

  Hoje saiu o tariler completo do filme de Paradise Kiss. Está parecendo que o filme vai ser bem fiél à história original! Esse é pra aumentar a ansiedade!!

  E agora a notícia chatinha… Eu sei que a série já acaboou, eu já li até o final, mas enfim… quando o último volume sai, é como se mostrasse que é o fim MESMO (embora eu esteja na esperança de um volume extra com os gaidens). Dia 5 de Abril será lançado o último volume de Ouran (com direito à eventos especiais com a autora -chique-).

  Preciso falar que amei a capa? Melhor que isso só se fossem todos os hosts juntinhos (ok, isso seria bem melhor né?). O último capítulo, para quem ainda não leu, pode ser um pouco decepcionante para os leitores que queriam um pouco mais de paixão. Mas tem todo o MOE MOE que a série prega desde o seu início.

Vi a notícia no Shoujo Café.

XOXO

Mallu

Tonari no Totoro

26 mar

Yo Minna!

Resolvi assistir Tonari no Totoro esses dias, e então resolvi postar sobre ele. É um filme curto de 86 minutos, lançado em 1988. Acho que muitos já ouviram falar de Tonari no Totoro, simplesmente Totoro ou até mesmo “Meu Amigo Totoro” (Esse é o nome do filme no Brasil, mas a tradução certa seria Meu Vizinho Totoro).O filme é do premiado Hayao Miyazaki, o mesmo criador e/ou diretor de filmes famosos como A Viagem de Chihiro (Sen to Chihiro no Kamikakushi), Castelo Animado (Hauru no Ugoku Shiro) e Gake no Ue no Ponyo.

Tonari no Totoro é, indiscutivelmente, um filme infantil. Eu assisti, e gostei bastante! Hehehe, na verdade costumo gostar dos filmes do Hayao, nem sempre pela história, mas pelos elementos que ele usa pra compor suas obras. Ahh, mas enfim, o filme conta a história de Satsuki e Mei, duas meninas que se mudam com seu pai para o interior do Japão para ficarem mais perto do hospital onde sua mãe esta internada.

No novo ambiente em que vivem, as meninas encontram o espírito protetor da floresta, Totoro, que mora perto da nova casa delas, em uma árvore gigante. Enfim, elas vivem “aventuras” com Totoro, principalmente porque o pai das garotas trabalha em Tóquio,  deixando-as a maior parte do tempo todo sozinhas, ou na companhia da vizinha Obaachan.

Bom, não posso mais falar nada do filme, senão estaria contando. Hehehe! Mas como eu disse, é um filme infantil, com ar de inocência. Eu gostei. Recomendo para todos. Só lembrem-se que não vão achar “aventuras” como em Naruto, Bleach, ou até mesmo Pokémon. Hehe, é totalmente diferente, ok? Mas acho que vale a pena assistir, afinal o filme é curto.

Uma das coisas engraçadas é a personagem Mei, irmã mais nova de Satsuki. Ela não para de gritar e de correr pra lá e pra cá, parece um criança louca e desajeitada xD, é engraçado.

O público japonês foi ganhando simpatia pelo filme com o passar do tempo, ou seja, Totoro não virou um sucesso quando foi lançado, mas sim com o tempo. Uma curiosidade é que Totoro, por ser o personagem mais famoso do Estúdio Ghibli, normalmente está no logotipo do estúdio, que é o estúdio de animação de Hayao Miyazaki.  Outra coisa é que Totoro apareceu em Toy Story 3, ou seja, não o subestimem (Hahaha).

Bom, então é isso pessoal.
Espero que tenham gostado do post desse clássico.
Ja Ne!

Mania de Parakiss…

6 mar

Oi!!^^

  Uma das minhas séries josei favoritas de todos os tempos é Paradise Kiss. Eu já falei do mangá aqui, logo no começo do blog, na época em que as minhas resenhas eram muito mais afetadas do que atualmente… rsrsrsrs

  Para quem não sabe, também existe um anime com 12 episódios, que eu acho muito bom também. Eu diria que se formos analizar de uma forma geral, o anime é bastante fiél a história do mangá. O problema é que eles excluem muitos detalhes que eu, como fã, considero essenciais para a história (principalmente toda aquela parte do Tokumori-kun, a sorte é que eles contaram no final um pedacinho da infância de Isabella, que eu acho a parte mais fofa do anime). Então eu recomendo que você primeiro leia o mangá, e depois assista ao anime ^^ (mas para quem não quer ler o mangá, da pra se contentar com o anime, que é um ótimo divertimento, já que é curtinho e tem um final bastante definido).

  Mas porque eu estou falando de Paradise Kiss agora? Eu simplesmente estou deseperada com a série… Eu estou morrendo de vontade de assistir ao live action, que só estreia em maio… T.T

  Então, para passar o tepo, eu assiti ao anime pela terceira vez e estou lendo o mangá de novo!^^  O Mangá foi publicado no Brasil pela editora Conrad na época em que ela ainda estava boa… :/ sério, morro de saudades da Conrad, ela publicou os meus amados Paradise Kiss e Zettai Kareshi (lembram??). Atualmente é tão difícil de encontrar essas séries… isso me deixa triste…

  Enfim. Espero que o filme seja excelente, para fazer justiça ao mangá! Eu queria na verdade um dorama né? Mas um filme já está bom. No elenco principal, temos Keiko Kitagawa como Yukari, e Osamu Mukai como George (Osamu Mukai, se você me decepcionar como George, eu prometo que pego um voô noturno pro Japão só para te dar uma bolsada).

  Fica aqui o trailer do filme. Mal posso esperar ^^

(Peraí, cadê o seu cabelo azul, George?? T.T Tomara que seja, no mínimo, azul escuro… É azul escuro, né? Quando o filme estreiar vai dar pra ver que é azul, né?)

XOXO

Mallu

Liar Game – The Final Stage

21 dez

Oi!!

  Nossa faz tamto tempo que eu não posto nada… confesso que tive vontade algumas vezes, mas a vergonha pela ausência prolongada foi ainda maior… Gomen pessoal!!! T.T

  Enfim, hoje eu vou comentar uma Suuuper novidade (ahhã!)! rsrsrsrs Tá, não é novidade, mas eu só assisti ontem… O Filme estreiou nos cinemas japoneses no dia 12 de Agosto, e conta com os personagens principais de sempre, Kanzaki Nao (Toda Erika) e Akiyama Shinichi (Matsuda Shota), além de alguns outros jogadores que apareceram outras vezes, e mais um bando de gente estranha, extravagante e cafona (deve ser um dos critérios para participar do jogo…).

   Então, por favor, sejam bem-vindos ao meu post de retorno ao blog, comentando o filme que finaliza o dorama, Liar Game – the final stage !!!!

  Eu já falei sobre Liar Game aqui no blog, no ano passado (Gente, agora que eu vi, foi exatamente nesse mesmo dia do ano passado (musiquinha chiclete da abertura de Liar Game, pra dar um clima de tensão, hehe)).

  Eu gosto de Liar Game. Apesar de todas as breguisses e muitas cenas forçadas, com gargalhadas do mal, muita gritaria, e expressões faciais extremamente teatrais (Fukunaga feelings?), eu fico completamente presa na história!!

  Porém eu esperava mais do filme…

  Foi legal e tudo, mas eu esperava uma coisa mais especial… E não foi nada além de outra fase, como as diversas que vimos ao longo das temporadas. Eu vejo o filme como um episódio longo, a sorte é que foi um episódio bom ^^.

  O único problema é que, com o tempo limitado do filme, subtraindo ainda o enorme tempo que as explicações (tanto das regras da fase, quanto a cada jogada brilhante) consomem, sobra pouco tempo para construir a gostosa tensão que fica no ar enquanto se assiste ao dorama de Liar Game.

  E, com a redução da tensão, as tosquices da série ficam mais evidentes. Coisas que seriam relevadas facilmente no dorama, saltam aos olhos no filme, o que faz parecer que o filme é pior do que a série, mas na realidade é igual (vejam bem, esta é a minha opinião).

  Para começo de conversa, eu tenho medo dos jogadores do Liar Game. Tem o do lencinho, o do casaco de onça, tinha até macacão dourado-astronauta! Gente, o que há? É carnaval? Seria este um recurso para quebrar a tensão do jogo? Porque sempre teve gente estranha jogando, mas no filme eles se superaram MUTO!

  Para mim o ponto alto do filme foi que eles nos forneceram uma Kanzaki Nao (Toda Erika ) muuuito menos idiota! Fiquei muito feliz com isso! Para quem não aguentava ver o dorama por conta da nossa protagonista monga (Oi Patríciooo! \o/) o filme é uma grande oportunidade! Ok, ela ainda é bobinha e quer “salvar o mundo das cáries” , mas mesmo assim, ela não é mais tão burra. 

(Pequeno grande spoiler, selecione para ler)

  Fiquei muito feliz também quando no final, Nao-chan é impedida de se sacrificar em nome de todos, porque aí ela perderia o mínimo respeito que conquistou da minha parte nesse filme. Por outro lado eu AMEI a parte que Akiyama-san segue Nao nas maçãs vermelhas, na tentativa de impedir que ela ficasse com uma dívida gigaaante, mesmo que ele se prejudique (e no caso, muito) com isso.

  Enfim, se você acompanhou Liar Game nas 2 temporadas, você PRECISA assitir ao filme. Se você só assitiu a 1 temporada, pode assistir sem problemas também, que tenho certeza que você vai entender. Não viu nenhuma temporada? Pode assitir, mas não pode falar mal depois, hein? Não quero ver ninguém criticando Liar Game sem ter ao menos assitido à 1 temporada!

  Para quem se interessou, vou postar aqui o Trailer e o site oficial (é em japonês, mas vale entrar só pela imagem e a musiquinha ^^)

  Eu vou comentar alguns absurdos do filme, mas como são spoilers, quem quiser ler seleciona. Quem não quiser estragar a surpresa, assiste primeiro e depois vem aqui!^^

  E que final foi aquele?? Péssimo. Eu tava crente que Akiyama-san tinha guardado uma maçã dourada no bolso pra quebrar a perna de todo mundo!!! Que decepção!! Teria ele feito isso para dar uns pegas na Nao-chan? Mistério…

  Por falar em pegação, o que foi aquele clima da cena do gloss? Que medo! E o momento novela mexicana do tapa na cara? Mais alguém riu ou fui só eu?

  E o finalzinho, “Você pode viver com as minhas mentiras?” Proposta de casamento??? E a resposta da idiota da Nao? Tá errado! Minha filha, a resposta exata seria “você precisa de alguém para acreditar nelas”. Esse povo ta precisando ler um pouco mais de shoujo/josei antes de fazer uma cena dessas! Mas enfim, gostei da insinuação de que eles ficam juntos… mas… faltou conteúdo, né?

Pra finalizar, eu gostei do filme, gosto de Liar Game ^^

Dá um aperto saber que é o fim… T.T

Eu recomendo!

XOXO

Mallu

Teaser do 1º filme de Gantz é lançado

20 jul

Yo Minna!

O site oficial do filme Live-Action de Gantz, obra de Hiroya Oku, reabriu no sábado, com o primeiro teaser oficial do filme.

Clique Aqui para entrar no site.
Kazunari Ninomiya (do Arashi), Ken’ichi Matsuyama (Death Note, NANA, Detroit Metal City, …) são amigos que ressuscitam depois de um fatal acidente de trem, e são forçados a entrar num mundo de violentas e misteriosas missões.
O filme ainda conta com atores como Yuriko Yoshitaka (Kaiji), Natsuna e Takayuki Yamada (Train Man, Crows Zero…)

O filme está previsto para ser terminado em Novembro, e lançado em Janeiro no Japão. Já o segundo filme será lançado no começo da próxima primavera japonesa.
Gantz tem sido publicado na revista Shueisha desde Julho de 2000 e os primeiros 27 volumes do mangá venderam mais de 10 milhões de cópias.
Não sei se é porque eu acho interessante as versões Live-Action de animes e mangás, mas parece ser uma ótima novidade para os fãs de Gantz!!

Ja Ne!