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Code Geass

9 mar

Yo!

Hoje eu vim falar de Code Geass. A história, que foi criada por Ichiro Okouchi, teve diversas versões em mangá, light novel, anime, jogos, etc. O anime se divide em 2 temporadas, sendo uma delas “Code Geass: Lelouch of the Rebellion” e “Code Geass: Lelouch of the Rebellion R2“, apesar de um nome grande desses, a série é usualmente chamada de Code Geass. A equipe de desenvolvimento de Code Geass conta com grandes nomes como a CLAMP, que desenhou os personagens.

A história desse anime gira em torno de Lelouch Vi Britannia, um príncipe e 17º herdeiro na linha de sucessão do trono imperial de um país que tem como território um terço da Terra, o Sagrado Império de Britannia. Após um aparente atentado, a mãe de Lelouch é morta e sua irmã fica cega. Acreditando que a ordem para matar sua mãe tenha saído de dentro da nobreza de Britannia, Lelouch e sua irmã Nunally são enviados para o Japão, aonde se escondem, enquanto todos pensam que os irmãos estão mortos. Mas é bem claro que o Imperador de Britannia, pai de Lelouch, despreza ele e sua irmã.

Em azul Britannia, em laranja A Federação Chinesa, e em amarelo a União Europeia, as 3 super potências

Anos mais tarde, em 2010, Britannia invade o Japão, e como faz com seus territórios conquistados, retiram a cidadania do povo do país conquistado e os sub-julga os identificando por números. Além disso, o país perde além de sua tradição, seu nome, sendo chamados por Áreas. O Japão por exemplo, quando foi conquistado passou a se chamar Área 11, e os japoneses passaram a ser chamados de “elevens”, 11 em inglês. Nesse cenário de Japão conquistado, os elevens são considerados inferiores aos Britannians, cidadãos de Britannia, e por isso têm de suportar agressões constantes e de todo tipo.

É nesse mundo aristocrático regido por tradições ocidentais, e na Área 11  que a história começa, em 2017. Lelouch e sua irmã Nunally já estão morando a alguns anos na Área 11, que como esperado, tem ataques terroristas constantes de forças japonesas de resistência à Britannia.

Lelouch por acidente se envolve em um desses ataques, e quando está prestes a morrer, encontra uma misteriosa garota que se chama C.C. , e que lhe propõe um contrato: ela lhe daria poder , mas em troca desse poder ele deveria realizar um desejo dela. Lelouch aceita, e então lhe é concedido um Geass.

O Geass é um poder dado a alguém, e ele se manifesta de formas diferentes em cada um. O Geass de Lelouch está em seu olho esquerdo, e permite que ele dê ordens a qualquer ser humano, e ele obedecerá incondicionalmente. Entretanto, só funciona uma vez com cada pessoa. Revoltado com Britannia, e movido pelo desejo de se vingar de seu pai, dos assassinos de sua mãe e de Britannia, Lelouch cria um codinome: Zero. Zero se junta a japoneses que resistem à ocupação Britanniana, torna-se seu líder e começa sua verdadeira luta contra o Britannia.

Bom, eu gostei muito desse anime. Demorei pra encontrar um anime que me fizesse ter vontade de ver mais e mais a cada capítulo. O anime que melhor fez isso, além de Code Geass, foi Death Note.
Falanda em Death Note, Code Geass tem, na minha opinião, um ambiente e um feeling parecido com o de Death Note.

Apesar de DN ter uma história policial e de suspense e Code Geass ser um anime de Mecha (pra quem não sabe, Mechas são aqueles robos gigantes, como os de Gundam e de Evangelion) que fala de um mundo futuro, as “frases feitas” sobre justiça, a habilidade de mudar o destino alheio, as “jogadas de mestre” , a tentativa de construir um mundo melhor, e as risadas malévolasde Lelouch, com Zero, me lembram muito as de Raito, com Kira. (Pensando bem, Lelouch parece ter mais sentimentos que Raito)
Isso não é ruim!  Isso é bom! Talvez essa semelhança a DN, o dinamismo, e a ação de Code Geass tenham me feito gostar tanto da história.

Muitos dos animes que vi se tornaram muito previsíveis a partir de um certo ponto. Pelo menos eu enquanto assistia Code Geass, tive a impressão de que sabia o que iria acontecer logo depois, e que tudo perderia a graça, mas aí algo inesperado acontecia. Uma pequena decisão de Lelouch, ou um desastre acabaram por mudar o rumo da história inteira. Eu estou dizendo isso principalmente porque eu não esperava que uma personagem como a princesa Euphie tivesse um destino como aquele! Mas sem spoilers, certo?

Outro ponto positivo, na minha opinião, é que a toda hora o anime te leva a perguntar quem ou o que é o certo e o errado, o bom e o mau. E de fato se chega a uma conclusão. Mas logo depois algo acontece e você volta à dúvida. Uma prova disso é que os dois principais rivais da história, querem (ou pelo menos dizem que querem) a mesma coisa, mas se utilizam de meios diferentes.

Além disso, sinto que Code Geass apesar de ter ação, muitas vezes se focava mais nas relações dos personagens, nos conflitos políticos, ou mesmo nas estratégias de Lelouch do que nas lutas entre os Mechas, que nesse anime são chamados de Knightmares. Os Knightmares foram inventados pelos Britannians, e foi isso que lhes garantiu o poder que sustenta seu imperialismo.

No final das contas, RECOMENDO muito esse anime!! Talvez isso seja porque gostei muito mesmo dele.. Mas acho que é um bom anime mesmo. Só não esperem que o personagem principal seja um herói como o Shinji-kun de Evangelion, ele não é. Lelouch nem luta muito nos knightmares, ele o cérebro, o comando. Ainda não terminei a segunda temporada, mas estou gostando tanto quanto a primeira!

Ah, e só pra não dizer que eu não falei dos mangás:

O primeiro mangá foi lançado no Japão pela Kadokawa Shoten (na Monthly Asuka) em 2006 com o nome de Code Geass: Lelouch of the Rebellion, e teve fim em 2010, com 8 volumes. Entretanto, ao mesmo tempo que este mangá era produzido, outros mangás de Code Geass eram lançados (por tempo menor, com menos edições) como: Code Geass: Suzaku of the CounterattackCode Geass: Nightmare of NunallyCode Geass: Record of the Strange Tales of the Bakumatsu Era .

Em 2010 com o fim do primeiro mangá de Code Geass, a Kadokawa Shoten iniciou a produção de outro título da série: Code Geass: Renya of Darkness, entretanto agora na revista Shonen Ace. Esse novo mangá aparentemente ainda está em produção.
É interessante falar que cada versão do mangá tem uma história diferente ou com o foco em outro personagem.

Ah, e pelo que parece, em 2012 sairá uma nova temporada! Code Geass: Boukoku no Akito, que se passará no mesmo mundo de Lelouch, mas dessa vez, na Europa, e claro, terá novos personagens.

Bom, então por hoje é isso!
Ja Ne!

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Comentando notícias velhas…

18 dez

Oi!!

  O que mais deu o que falar esses dias no mundo Otaku foram os novos lançamentos da Panini. Não é novidade e todo mundo já ficou sabendo, eu sei. Mas só para tirar o elefante do meio da sala, eu acho importante comentar sobre isso.

  A Panini provocou um grande tumulto essa semana ao anunciar a sua nova leva de mangás para 2012. Não duvidaria se algum fã mais fervoroso tivesse sucumbido à um ataque cardíaco, porque as novidades não são poucas! Depois de um ano morno, com lançamentos meio desconhecidos e poucas coisas empolgantes, a Panini prometeu para 2012 nada mais nada menos que ONE PIECE, DRAGON BALL, MONSTER, KUROSHITSUJI (BLACK BUTLER) E 20TH CENTURY BOYS!!!!! (Além de um shoujo chamado Mad Love Chase que eu nunca ouvi falar).

  Temos aí 3 shounens de vendagens absurdas, com One Piece (Eiichiro Oda), Dragon Ball (Akira Toriyama) e Kuroshitsuji (Yana Toboso). A questão é que, Dragon Ball já foi publicado aqui quantas vezes mesmo? Enfim. Tenho certeza que vai ter muita gente comprando de novo. Quando à One Piece, eu acho correto retomar a edição antiga. Os fãs mercem isso, e eu estou torcendo para que dê tudo certo dessa vez. E Kuroshitsuji é aquele tipo de shounen que faz um sucesso absurdo entre o público feminino. Fujoshis gonna love.

  O que fez a minha alegria mesmo foi a vinda do seinen 20th Century Boys (Naoki Urasawa). É o meu seinen favorito, e eu vou ficar muito feliz em poder ter a edição nacional dele. Espero que a editora faça um trabalho bonito, à altura dessa obra incrível. Monster (Naoki Urasawa), outro seinen e outro filho abandonado da Conrad finalmente será concluído no Brasil, e eu também planejo acompanhar a obra.

  Quanto à Mad Love Chase (Takashima Kazusa), eu dei uma pesquisadinha e parece ser uma série de romance com ares sobrenaturais. É provável que eu compre para conferir…

  Das séries anunciadas, eu pretendo comprar os seinens e o shoujo… e eu me comportei muito bem até agora, mas a fujoshi dentro de mim está começando a explodir…

  FINALMENTE KUROSHITSUJI NO BRASIL! MEU DEUS! EU NÃO VOU AGUENTAR ESPERAR! É MUITA EMOÇÃO BRASIL!

  Quem acompanha o blog sabe que eu sou uma fã incondicional do anime de Kuroshitsuji, e estou muito ansiosa em poder ler o mangá! Tomara que seja excelente que nem o anime! (Eu fiz a resenha do anime aqui, caso alguém se interesse em ler). O Patrício escreveu as resenhas de One Piece e Dragon Ball também.

  De acordo com o JBox, a publicação de One Piece será mensal a partir do volume 1, e ao mesmo tempo acontecerá a publicação bimestral a partir do volume 36 (onde a publicação da Conrad foi interrompida). Assim ninguém é prejudicado, nem quem quiser começar a colecionar agora, e nem quem apenas deseja cotinuar a sua coleção). Também segundo o Jbox, a editora Panini afirmou que retomará a publicação dos mangás em pausa no ano que vem.

  Outras notícias relevantes são a publicação do clássico Kimba, o leão branco de Osamu Tezuka pela New Pop, e, só para lembrar, Akuma To Love Song sairá nos Estados Unidos com o nome ” devil and her love song”, pela editora VIZ e terá o primeiro volume lançado em fevereiro. E eu logo logo já vou encomendar o meu.

XOXO

Mallu

Primeiros episódios: Dantalian no Shoka

17 jul

Oi!!^^

  Ontem eu assiti ao primeiro episódio da última série que eu pretendo acompanhar dessa temporada, Dantalian no Shoka (ou a Biblioteca Mística de Dantalian).

(Só eu fiquei apavorada com essa tia que aparece no encerramento? Ou melhor, com esse encerramento inteiro?)

  O episódio começou de uma forma interessante. Após a morte de seu avô bibliomaníaco, Huey se dirige à casa do falescido. Chegando lá, ele vê diversas estantes vazias. Intrigado com isso, descobre uma passagem secreta que leva à um tipo de porão, onde ele encontra todos os livros e uma menininha sentada.

  Antes de morrer, o avô de Huey desejava que ele herdasse a casa e tudo o que ela contém, e que ele fosse o responsável pela tal Biblioteca Mística (e que cuidasse da tal menininha, a Dalin).

  Já no primeiro episódio, descobrimos que Dantalian é o nome do demônio do conhecimento, que possúi inúmeros livros. A decepção de Huey é ver que o acervo de seu avô era aparentemente comum afinal, ele estava esperando pela bibliotéca mística de um demônio…

  Mas ahá! Crimes misteriosos acontecem! E aparecem uns animais estilo Jumanji! E tudo parece estar relacionado à um livro misterioso que foi roubado da casa do velhinho!

  E então Dalin conta toda a história triste sobre os Livros Fantasma e as bênçãos e maldições que eles carregam. E o porque eles devem continuar seguros na Biblioteca Mística de Datalian.

    Como todo mundo já imagina, Huey é o guardião da chave da tal biblioteca e faz um contrato com Dalin para ser o humano responsável de Dantalian no Shoka. E pra selar o livro ele conta uma história triste mimimi que encheu o saco.

  (Eu só não sei onde eles arrumaram tempo para conversar sobre coisas tão sérias com um dragão solto na sala…)

  Eu gostei bastante do visual e do clima da série. A trilha sonora combina muito bem tabém. Eu pretendo continuar acompanhando a série, e vamos ver no que ela dá… espero mais ação quero ver sangue, suor e lágrimas.

XOXO

Mallu

Primeiros episódios: Kami-Sama no memochou

11 jul

Oi!!^^
   Seguindo com os comentários sobre os primeiros episódios de alguns animes que estreiaram esse mês, hoje eu vou falar de Kami-Sama no memochou.

  Eu estava cheia de preconceitos com esse anime, mas posso dizer que, até agora, foi uma das estréias que mais me empolgou (junto com Usagi Drop). Apesar do fanservice exagerado e toda a questão loli que me incomoda um pouco, o primeiro episódio foi excelente.

  Kami-Sama no memochou conta a história de um grupo de NEETs que se reúnem como detetives para resolverem casos. A cabeça do grupo é a hikikomori Alice, uma lolitinha que fica o dia inteiro de pijamas e da sua cama (rodeada por diversas telas de computador) tem as grandes idéias para conduzir a investigação. Alice dá as ordens, e o seu grupo de detetives NEETs executam. A menina também é a responsável pela conclusão do caso (pelo menos nesse episódio).

  Eu estava com receio de assitir essa série porque só de ver o trailer, a carga loli me irritou. E eu não estava errada! O anime é cheio de fanservice, e parece que vai usar e abusar do complexo de lolita até o final (eu sou uma pessoa que tolera um grau de MOE e de fanservice até um certo ponto. Quando cai no loli-com eu não gosto MESMO) . Mas a história é tão interessante, e o episódio foi tão bom, que eu já estou ansiosa pelo próximo!

  O anime tem uma história ótima, e um grupo de personagens bem diferentes entre si, e cada um é interessante a sua forma. Eu gostei muito!  Tomara que nos próximos episódios tenhamos mais casos interessantes (e envolvendo temas polêmicos) para esse grupo de NEETs solucionar!

XOXO

Mallu

Primeiros episódios: Usagi Drop e Blood C

9 jul

Oi!!^^

  Hoje eu vou comentar sobre os primeiros episódios que eu assisti de duas séries dessa nova temporada, Blood C e Usagi Drop.

Blood C

  Eu estava louca para assistir Blood C. Mesmo não tendo visto nada da franquia Blood anteriormente (sim, eu admito, nunca encostei no mangá, nem assisti o outro anime), quando eu soube que a CLAMP estaria envolvida nesse projeto, eu simplesmente não pude perder.

  Blood C é baseado no mangá shounen homônimo, de Ranmaru Kotone e sai na Monthly Shonen Ace.

  A história por enquanto: menina meiga, desastrada e com peitão (prevejo figures lindas) fica extremamente habilidosa ao lutar com sua espada contra criaturas sobrenaturais. Agora se esse mote vai se denvolver em uma boa história são outros quinhentos. Não vou julgar o anime por causa do primeiro episódio, mas por enquanto eu achei bem morno…

  Agora, o character design está lindíssimo, mesmo dando para perceber algumas reciclagens da CLAMP, como as gêmeas que lembram muito a Maru e a Moru, e o fato de a protagonista ser a cara do Watanuki.

  Fazia tempo que eu não via tantos bishounens em um anime… E como o episódio não foi ruim (não foi booom, mas também não foi ruuuim) eu irei assitir aos próximos.

  OBS: Achei um absurdo o pai da menina mandar ela ir sozinha lutar contra o bagulho de pedra… mas o absurdo maior foi o negócio que parecia ser de pedra sangrar! (Tomara que os próximos episódios sejam bem mais sanguinolentos!)

Usagi Drop

   Usagi Drop era um dos animes mais comentados, mesmo antes de sua estréia. E acredito que depois de seu primeiro episódio lindo, vai se consagrar como a estrela da temporada.

  Usagi Drop é baseado no mangá Josei homônimo, de Yumi Unita que foi publicado na Feel Young (mangá esse que pretendo ler depois do anime).

  O anime conta com extrema graça e delicadeza a história do jovem Dai (que aparentemente tem uma vida bastante corrida) que terá que alterar toda a sua rotina para criar uma criança.

  A menininha em questão é a sua própria tia, que é filha ilegítima de seu avo (já idoso) com uma amante que o abandonou  depois o nascimento da menina. Após a morte do avô, a menina orfã não tem para onde ir, já que nenhum dos familiares a quer. Diante dessa situação, Dai leva a pequena Rin para morar com ele.

  Eu achei o episódio muito bonito mesmo, e se a série continuar assim, já vi que ela vai me arrancar algumas lágrimas. É uma história muito tocante, contada de uma forma bastante gentil.

  Eu gostei muito do realismo da situação. O anime mostra crianças que não são geniais ou retardadas. São crianças comuns que se comportam como tal. Mostra também a hipocrisia de uma família, e o preconceito contra uma criança (que não tem culpa nenhuma) apenas por considerarem a sua concepção absurda.

  Espero que o anime prossiga com esse realismo e com a mesma sensibilidade, para mostrar a nova vida de Dai ao lado de Rin. Estou esperando muito dessa série, tomara que eu não me decepcione!

Atualização: Eu terminei de assistir e a resenha da série completa está aqui.

XOXO

Mallu

Os melhores shoujo no Brasil (parte dois)

5 abr

Oi!!^^

  Hoje eu volto com a outra metade da lista que eu comecei a publicar ontem, sobre os  mangás publicados no Brasil de que eu mais gosto.

  Para quem não viu ontem, a lista está aqui. Como eu já disse, a lista está em ordem alfabética, e não de preferência. Os mangás citados não são necessariamente shoujo, o título do post só é esse porque eu não quero comentários do tipo “como Naruto não está entre os melhores mangás publicados no Brasil?” e coisas do gênero.

  Vamos então à  Parte Dois da minha lista!

 

MeruPuri

 

   O primeiro mangá que eu li! Um mahou-shoujo muito fofo!! Conta a história de uma menina que não sabe ser descendente de uma feiticeira, e que de repente encontra um príncipe de um reino mágico de outra dimensão.

  O mangá (da incrível Hino Matsuri) tem apenas 4 edições, e foi publicado pela Panini. Eu falei mais sobre MeruPuri aqui.

Nana

  Quem não gosta de Nana? O shoujo de maior sucesso no mundo, conta os dramas de duas amigas que compartilham o mesmo nome: Nana.

  Nana (da maravilhosa Yazawa Ai) é publicado no Brasil pela JBC (até agora, com 21 volumes), e sua publicação está em pausa pois a publicação original japonesa também está em pausa, por conta de problemas de saúde enfrentados pela autora.

Otomen

  Otomen é uma comédia (com um humor sarrista parecido com o de OURAN) que narra os dramas de Asuka (que não é gay) em esconder os seus hobbyes femininos.

  O mangá de Kanno Aya é publicado pela Panini e tem, atualmente, 7 edições. Eu já falei um pouquinho de Otomen aqui.

Paradise Kiss

  Minha paixão. O melhor (e primeiro) Josei publicado no país. Conta a história de Yukari, e o seu dilema em escolher entre uma carreira acadêmica sólida e uma carreira de modelo.

  Os 5 volumes do mangá ( de Yazawa Ai) foram publicados em edições metálicas lindas pela editora Conrad mas, infelizmente, não são fáceis de se encontrar… Eu falei bastante de Paradise Kiss no blog, aqui, aqui e aqui.

Sakura Card Captors

  O primeiro mangá shoujo publicado no país (e um dos melhores mahou-shoujo ever!). Conta a história da pequena e fofa Sakura, que tem a missão de coletar as cartas Clow que ela deixou escapar sem querer.

  O mangá (da CLAMP) foi publicado pela JBC no formato de meio tankobon, e conta com 24 edições (algumas bem chatas de se encontrar).

Socrates in Love

  Um one-shot josei lindo, que conta a dramática história de um casal que descobrem juntos as emoções do amor, e tem que superar uma tragédia.

  Tem autoria de Kazumi Kazui, baseado no best-seller de Kyoichi Katayama. Foi publicado em uma edição linda pela JBC, e eu já falei mais sobre ele aqui.

Tsubasa Reservoir Chronicles

  Mangá shounen de aventura, que utiliza personagens de Sakura Card Captors e possui uma história entrelaçada com XXXHolic (ficou confuso? Coisas de CLAMP…). Mas pode confiar, é super legal!

   É publicado no formato meio tankobon pela JBC, tem atualmente 51 volumes e vai terminar em 56 volumes (o original possui 28 volumes).

Ultramaniac

  Mahou-shoujo bonitinho que conta a história de de uma humana que fica amiga de uma bruxinha.

  Teve seus 5 volumes publicados pela Panini. De autoria de Wataru Yoshizumi.

Vampire Knight

  Quem é leitor do blog sabe, eu AMO Vampire Knight. É um shoujo de drama e romance, com temática sobrenatural. Conta a história de Yuuki, que apesar de conviver com vampiros diariamente em sua escola, descobre que os seus laços com eles são ainda mais intensos do que ela imaginava…

  O mangá (de Hino Matsuri) é publicado atualmente pela Panini e conta, por enquanto, com 12 volumes. A publicação ainda está em andamento no Japão (Hino sensei, não enrrola!!). Eu já falei de Vampire Knight no blog milhares de vezes… quem quiser ler mais, visite a categoria VK Project.

Wanted

   One-shot shoujo de aventura. Conta a história de uma menina que passa a viver uma vida de pirata! (Esse mangá é muuuito legal! A Hino sensei deveria fazer uma série!).

  Foi publicado pela Panini, e pode ser meio complicado se se encontrar… De autoria de Hino Matsuri.

Welcome to the N.H.K

  (Ou Bem-vindo à N.H.K) Mangá shounen ecchi, de comédia sem noção, que conta a história de um Hikikomori que se considera vítima de uma corporação malígna encabeçada pela rede de televisão N.H.K (?).

  Mangá com 8 volumes de Tatsuhiko Takimoto, que começou a ser publicado pela Panini e tem, por enquanto, 2 volumes lançados  (Recomendado para maiores de 18 anos. Sério!).

XXX Holic

  Mangá seinen lindo maravilhoso incrível de temática sobrenatural. Conta a história de Watanuki, que é capaz de ver espíritos, e acaba envolvido com Yuuko, dona de uma loja que realiza desejos pouco convencionais (geralmente relacionados a espíritos e coisas do gênero). Eu já falei sobre Holic aqui.

  O mangá (da CLAMP) se encerrou no Japão com 19 volumes, e é publicado no Brasil pela JBC no formato de meio tankobon, e está atualmente no volume 34.

Zettai Kareshi

  Zettai Kareshi – o namorado perfeito. Um shoujo maravilhoso que eu amo, de comédia romântica com um “q” de ficção científica. Conta o divertido romance entre uma menina e um andróide (que ela comprou para ser o seu namorado ideal).

  Teve seus 6 volumes publicados no Brasil pela Conrad, mas suas edições são quase impossíveis de se encontrar. De autoria de Yuu Watase. Eu fiz resenha de Zettai Kareshi aqui.

  Em resumo, é possível encontrar mangás maravilhosos no Brasil. Dá para perceber que os títulos estão divididos entre duas principais editoras, a Panii e a JBC. Ambas possuem títulos muito fortes, mas também tem os seus problemas.

  A Panini, apesar da qualidade de seus produtos e da grande variedade de títulos shoujo, é incapaz de seguir um planejamento. A ordem de suas publicações é caracterizada por ser, líteralmente, sem ordem, o que torna a periodicidade de  muitos de seus títulos bastante caótica.

  A JBC, por outro lado, é organizadíssima. Quando eles dizem que o mangá será lançado naquele dia, ele é e ponto final. Os raros atrasos são noticiados publicamente pela empresa, que mostra um grande respeito pelo consumidor nesse quesito. Porém… apesar de deter o monopólio dos mangás da CLAMP, a JBC não tem uma vasta variedade de shoujos… geralmente são publicados um ou dois ao mesmo tempo… e olhe lá! Sem falar na qualidade dos mangás, que é evidentemente inferior à das outras editoras, ocorrendo sempre capas que descolam, entre outros problemas…

  A minha maior mágoa é em relação à Conrad, que sempre trazia títulos incríveis e com alto padrão de qualidade mas… morreu, coitada… E quanto às editoras menores, eu não tenho muito o que comentar… pelo menos por enquanto. Exceto que a qualidade dos produtos é muito boa!

  Os volumes atuais dos mangás podem ser encontrados facilmente nas bancas de jornal. Quanto aos volumes antigos, você pode perguntar ao seu jornaleiro sobre a disponibilidade, ou ir direto à lojas especializadas em quadrinhos. É possível adquirir volumes antigos em feiras e eventos relacionados ao setor. Existem lojas virtuais muito boas também, como a Comix. Em alguns sebos, e principalmente no bairro da Liberdade, em São Paulo, é muito fácil de se encontrar mangás.

  E com tantas coisas legais aqui, ainda existem coisas que eu quero? Claro que sim! Só pra começo, poderiam trazer Nodame Cantabile, Akuma to Love Song, Kinkyori Renai (que não, não é pedofilia!), Lovely Complex (que não saiu aqui até agora por que mesmo?), Mars (mesma questão anterior), Hot Gimmick, Yurara, Stepping on Roses, B.o.d.y, Hana Yori Dango, Saiunkoku Monogatari, Kuroshitsuji…  Pouca coisa, né???

  Então é isso. Termino por aqui essa minha lista enorme, e espero ter ajudado alguns indecisos quanto a qual mangá ler em seguida.

XOXO

Mallu

Os melhores shoujo no Brasil (parte um)

4 abr

Oi!!^^

  As pessoas sempre me perguntam sobre indicações de mangás para ler, e me perguntam sobre coisas que eu leio. O problema é que eu leio muitos mangás americanos, então fica meio complicado indicar…. Então eu decidi fazer uma lista (por ordem alfabética) dos mangás shoujo (e alguns outros que eu acompanho) que na minha opinião são os melhores, e são/foram/serão publicados por editoras brasileiras.

  A lista foi completa e unicamente baseada na minha opinião, hehe… mas com certeza voce deve se identificar com alguma coisa… As imagens são as capas que eu considero mais bonitas.

  Só um detalhe, o título do post está como “os melhores shoujo do Brasil” porque a maior parte da lista é shoujo (embora ela tenha de tudo), e também porque eu não quero ver ninguém reclamando coisas do tipo : “Que lista m…. , cadê Bleach?” , Ok?? 

Vamos lá!

Black Bird

  Serializado atualmente pela editora Panini, o mangá já tem 6 volumes publicados (e sua publicação continua no Japão). Eu preciso fazer uma resenha decente de Black Bird, mas enquanto isso, vocês podem ler a que eu fiz quando li o primeiro volume.

   O mangá (de Sakurakouji Kanoko) é um shoujo de romance, com temática sobrenatural. Uma das minhas publicações atuais mais queridas.

Chobits

  Não é shoujo, é um seinen ecchi. É uma comédia romântica divertidíssima na qual um menino se apaixona por uma andróide (a fofíssima e famosa Chii).

 O mangá (da CLAMP) foi publicado pela editora JBC no formato de meio tankobon, por isso tem 16 edições (algumas delas bem complicadas para serem encontradas…).

Colégio OURAN Host Club

  Como faltar né? O meu mangá shoujo favorito, que é uma comédia (bem doidinha) e com romance, sobre uma garota pobre que por ser muito inteligente acaba em uma escola de elite. Lá ela se envolve acidentalmente com um grupo maluco de Hosts que mudarão a sua vida para sempre.

    Já falei bastante de OURAN no blog…vocês podem ler mais aqui e aqui.

  O mangá (de Hatori Bisco) é publicado atualmente no Brasil pela editora Panini, e por enquanto tem 15 volumes publicados (sendo que a história se encerrará no volume 18).

Death Note

  Meu Shounen favorito! É um suspense policial, com temática sobrenatural. Incrível. O Patrício falou de Death Note aqui no blog. É a história de um menino, que com um senso de justiça um pouco deturpado (mas boas intenções iniciais) se vê de repente com o poder de eliminar os criminosos do mundo.

  O mangá (de Ohba Tsugumi e Obata Takeshi) foi publicado pela editora JBC e conta com 12 volumes e um extra.

Full Moon wo Sagashite

   Mangá ( de Tanemura Arina) com 7 edições, publicado pela editora JBC.

  Não é um dos meus 10 shoujos prediletos, mas é bonitinho. A história é um drama, com temática sobrenatural,de uma menina que está para morrer mas sonha em ser cantora. Já falei de Full Moon no blog.

Fruits Basket

  Coisa linda! Uma das primeiras séries longas que eu acompanhei.  É um shoujo com temática sobrenatural e bastante drama. Com certeza uma das melhores séries! Conta a história de Tohru, que depois de órfã passa a viver em uma casa com belos homens, que possuem um segredo bastante incomum.

  Com autoria de Takaya Natsuki, foi publocado pela JBC em 23 volumes (e zero qualidade, se me permitem dizer). Leia mais aqui.

Galism

  Um shoujo divertido (e fraquinho…), sobre três irmãs que gostam bastante de namorar…

  O mangá (de Mayumi Yokoyama) foi publicado no Brasil pela editora Panini, e têm 6 edições. Eu falei um pouco de Galism aqui.

GEN – pés descalços

  Mangá shounen (de Nakazawa Keiji)  publicado em 4 edições luxuosíssimas pela editora Conrad, mas que hoje são impossíveis de se achar.

  História forte de um menino que sobrevive à bomba de Hiroshima, e tem de reconstruir a sua vida.

Hetalia

  Tirinhas (de Himaruya Hidekaz) que fazem comédia com acontecimentos históricos, e tem como personagens os países envolvidos personificados da maneira mais MOE possível.

  É publicado pela editora NEW POP em edições bonitas e periodicidade insana. Atualmente só possúi um volume publicado.

Honey & Clover

  Josei (de Chika Umino) que conta o dia a dia de uma turma de amigos que estudam em uma escola de artes. O mangá é muuito bom, e possui um equilíbrio entre comédia e drama.

  Honey & Clover tem 10 edições e foi publicado pela editora Panini.

Kaichou wa Maid-Sama!

  Maid Sama (de Fujiwara Hiro)  é um school-life shoujo incrível, eu gosto muito! Conta a história de uma rígida presidente do conselho estudantil, que trabalha secretamente em um maid café.

  Maid Sama (que ainda está em publicação no Japão) será publicado no Brasil pela editora Panini. Eu falei sobre Maid Sama aqui e aqui.

KareKano

  Um school-life shoujo que muita gente adora e eu apenas gosto. Conta a história de dois jovens, que são considerados os melhores da escola, e que passam a viver um romance.

  O mangá (de Masami Tsuda) tem 21 volumes, publicados pela Panini.

Kimi ni Todoke

   Kimi ni Todoke é um school-life shoujo bem bonitinho, que conta a história de uma menina muito meiga, qua não consegue se enturmar por ser muito estranha. Ela é ajudada pelo menino mais popular da sala, e eles se apaixonam.

  Kimi ni Todoke (de Shiina Karuho) ainda está em publicação no Japão, e será publicado no Brasil pela Editora Panini. Eu falei sobre Kimi ni Todoke aqui e aqui.

  Gente, por hoje é só. Amanhã eu volto com o restante da lista. Eu dividi o post no meio, porque ele já estava muito extenso.

XOXO

Mallu

Shinrei Tantei Yakumo

12 fev

Oi!!^^

  Então pessoas, hoje eu trago para vocês um anime curtinho SUUUPER legal: Shinrei Tantei Yakumo (Detetive Espiritual Yakumo)

  A série começou como livro e foi adaptada para mangá, dorama e anime. Para variar, eu assisti ao anime. Só. ¬¬” . O mangá é classificado como shoujo, mas quanto ao anime eu não sei. Eu acho bem possível que meninas gostem de Shinrei Tantei Yakumo, mas acho que a história pode se passar por shounen facilmente…

  A história é um drama com investigações sobrenaturais. O protagonista, Saitou Yakumo, possui um olho vermelho, que é capaz de enxergar espíritos. Yakumo utiliza seu poder para se comunicar com os espíritos, ou seja, ele dialoga com os espíritos e tenta ajudá-los, ao invés de exorcizá-los (tá, é verdade, é shoujo mesmo ¬¬”).

  Ao longo do anime, descobrimos mais sobre a vida e o triste passado de Yakumo, enquanto ele soluciona diversos casos envolvendo espíritos e fenômenos sobrenaturais.

  Eu gostei muito desse anime. Por ser curtinho, não teve enrolação e também não tem muita frescura. Além de ter um final, digamos… “finalizado” (Acho que apenas os shippers não gostaram muito do final, mas fazer o que, né? O romance nunca foi o ponto principal desse anime).

abertura (meio breguinha) do anime

 

  Não tenho muito o que falar, porque o anime é muito curtinho (só 13 episódios) e posso acabar dando spoilers… O que posso dizer é: gostei do protagonista, e até que nem odiei taaanto assim a mocinha… rsrsrsrsrs

  Enfim, assistam.É legal demais, e deve agradar quem gosta de histórias sobrenaturais, naquele terror que não assusta ninguém, e é só investigação mesmo.  Tem também um drama bem legal no fundo da história.

XOXO

Mallu

Kuroshitsuji

5 fev

Oi!!^^

  Hoje eu vou fazer a resenha de um anime que assisti nessa semana (Desatualizada? Eeeu? rsrsrsrsr), Kuroshitsuji!

  Vamos para as informações iniciais… Kuroshitsuji (Black Butler , “Mordomo Negro” ) é um mangá shoujo shounen (shoujo oculto!), de autoria de Toboso Yana e publicado na revista shounen Square Enix (por isso que é classificado como shounen, embora que, se eu não soubesse disso, diria que é shoujo fácil fácil…). O mangá faz bastante sucesso no Japão, e existe a versão em anime, com 2 temporadas.

  Quanto ao gênero principal… eu não consegui definir direito. O que eu posso dizer é que a história inteira tem muitos elementos sobrenaturais, mistério, um pouco de investigação (nos momentos em que Ciel está a serviço da Rainha), um pouco de horror (óbvio pela trama principal, mas nada assustador), e um pouco de comédia (principalmente nas partes dos empregados e dos shinigamis). Temos também muuuito drama. (E uma pitadinha inofensiva de fanservice…)

  Eu não lí o mangá, então vou fazer minhas considerações baseadas no anime.

  Logo de início, vemos o protagonista, Ciel Phantomhive, firmando um contrato com um demônio (ah sim, importante lembrar, é com UM demônio, não com O demônio… Temos muitas tramas assim no Japão, porque a maioria da população de lá não é cristã, então os demônios são apenas entidades sobrenaturais (malígnas) diversas… ) Agora, os termos e a motivação do contrato, só descobrimos ao longo da história.

  O demônio no caso é o meu, o seu, o nosso SENSACIONAL mordomo favorito (adeus Rihito-sama!) Sebastian Michaelis (é, que nem o dicionário…).

 

    Ok, o protagonista é o Ciel, que é a criança mais maravilhosa do mundo, mas quem rouba a cena e chama a audiência é o Sebastian. Porque, sabe como é né… “como mordomo dos Phantomhive, o que ele faria se não pudesse ao menos fazer isso”? rsrsrs

  A história se desenvolve na Inglaterra, na era Vitoriana (não sei quem tem mais complexo com a Inglaterra Vitoriana, eu ou os japoneses…), e Sebastian serve seu mestre como um mordomo, protegendo sua vida, até que o contrato seja cumprido, quando Sebastian seria livre para devorar a alma do jovem Ciel. Ciel é um nobre inglês, mais precisamente, um conde. Como ele é órfão, ele herdou de seu pai não só a presidência das indústrias Phantomhive, como o título de “cão de guarda da Rainha”, já que sua família, tradicionalmente, faz serviços sujos envolvendo a resolução de pendências no sub-mundo de uma Londres de meados do século XIX, a mando da própria Rainha Vitória. Essa é a trama principal.

  Como tramas paralelas, temos as varias missões que Ciel realiza para a Rainha (reza a lenda que no mangá essas histórias são muito mais bem contadas, o que faz com que sejam mais legais). Alguns arcos foram bastante legais,e alguns eu tive a nítida sensação que poderiam ter sido muito melhores, como o caso de Jack, o Estripador (ou, como dizem no anime, Diacuzaripah (tentando falar Jack, the Ripper). Eu ri, muito alto! mas nos temos que compreender os problemas de pronúncia, né? rsrsrs). Quero muito ler o mangá para descobrir como as missões são tratadas, porque elas tem muito potencial… As missões são baseadas em fatos históricos reais, ou casos literários famosos, embora tenham resoluções completamente fictícias e originais. (Adendo: Eu lí em alguns blogs que a primeira temporada tem muitos fillers, o que pode ser a explicação para essas histórinhas paralelas fraquinhas).

  Enquanto as tramas paralelas deixaram um pouco a desejar, eu gostei muito da trama principal. Muito mesmo. Eu achei os últimos episódios da primeira temporada tão perfeitos e absolutos, que não entendi até agora o porque da segunda temporada.

  Mentira. Entendi sim. O anime dava muita audiência e eles quiseram continuar. Eu não sei como é a história original no mangá (que ainda é publicado, ou seja, não acabou), mas quantos animes tem finais diferentes dos mangás? Isso é uma coisa tão comum! Não acho que teria nenhum problema, mesmo. Eu achei o final da primeira temporada maravilhoso, e realmente emocionante (e o mais importante, conclusivo, coisa que a maioria dos fins de anime não é). Eu não me importo que o final seja diferente, contanto que ele seja bom e conclusivo. ( E, além de tudo, pelo que eu lí por aí a segunda temporada e totalmente filler!)

  Mas como eu amei loucamente a primeira temporada, eu resolvi continuar. Que decepção! A segunda temporada não chega aos pés da primeira! Eles ressuscitam um monte de gente que deveria ter morrido na primeira temporada, o visual é ridículamente inferior, e tem aquele personagem novo INSUPORTÁVEL,  maníaco sexual, psicopata Alois Trancy (e o bonitão Claude, mas nem ele salva a série porque é um chatérrimo… mesmo com toda aquela sedução de óculos…).

  No começo, eu acreditava que a segunda temporada iria ser sobre outro menino e outro mordomo (uma história totalmente independente da primeira temporada). Mas de repente, no final do primeiro episódio, aparece o meu lindo Sebastian (não vou mentir, fiquei suuuper feliz… :/ ). (Eu fui a única tonta que caiu nessa “pegadinha do malandro” ?).

  Aí, nos episódios seguintes eu comecei a acreditar que era um flashback. Mas aí eu percebi que não era. Aí eu achava que era, aí depois achava que não… ou seja, fiquei confusa! rsrsrsrsrsr (Não vou contar se é flashback ou não! Eu descobri sozinha e vocês tem que descobrir também! Gomen, meus fiéis maníacos por spoiler! Mesmo porque essa é a maneira que eu encontrei de me vingar do mundo por me deixar nessa dúvida cruel até quase o final da temporada…)

  De qualquer forma, eu já estava irritadíssima lá pela metade. No finalzinho até que foi legal, eles explicaram o que aconteceu e foi ok. Mas nada se compara ao final ÉPICO da primeira temporada.

   Eu gostei sim de Kuroshitsuji, e gostei muito. Mas acredito que não seja um anime assim… tão fácil de agradar todas as pessoas. Em primeiro lugar, você tem que gostar de histórias sobrenaturais, com direito a demônios, anjos e shinigamis. Além disso, você tem que gostar de histórias bizarras. (Cada temporada tem seu must de bizarrice, selecione para ler porque é spoiler: na primeira, é aquela fusão nojenta dos corpos, que começa com o rosto dos pais de Ciel e culmina na cena mais nojenta e bizarra ever que é a rainhazinha esfregando a pele de seu marido morto, retirada de seu pecoço, na cara, enquanto canta uma musiquinha sobre ele estar caindo… então né? Como lidar?  Se você for muito fresco, Kuroshitsuji NÃO é o seu anime! (Mas eu ameeei essa parte Oo!!!!)Na segunda, temos aquela parte do olho do Trancy olhando pro Ciel de dentro da barriga da empregada demônia lá, e outras coisinhas mais… mas nada tão épico quanto a fusão dos corpos na primeira temporada! ).

  Ah! Quase esqueci! Destaque para os adoráveis personagens de apoio, como o divertidíssimo Grell, o shinigami mais assanhado do planeta (Grell, te amo pra sempre!), o coveiro, e os empregados da mansão Phantomhive (que de cara já dá para perceber a verdadeira natureza deles, mas em um dos episódios finais, eles deixam a verdade explícita para os mais lentinhos (dos outros eu já tinha percebido, mas o segredo da empregada me pegou de surpresa! Adorei!).

Agora, os tradicionais vídeos. Só vou colocar os meus preferidos ^^

Primeira abertura, da primeira temporada (muito glamour):

 

Segundo encerramento, da primeira temporada (adorei, muito melhor que o primeiro):

 

Abertura da segunda temporada (versão Ciel):

 

Abertura da segunda temporada (versão Alois, só pra ninguém falar que eu tenho preconceito):

 

  Se você quer ver um anime muito legal, com um final muito legal (sem pontas soltas!), assita à primeira temporada de Kuroshitsuji. Agora, se você quiser assitir ao resto, tudo bem. Mas não vai ficar decepcionado se jogarem um finalzinho muito inferior ao primeiro no seu colo.

  Recomendo para aqueles que curtem esse estilo de anime (que me lembrou muito Pandora Hearts, não sei porque… :D).

XOXO

Mallu

Kaze no Stigma

3 jan

Yo Minna!!

Hoje vou falar sobre Kaze no Stigma.
Kaze no Stigma é uma light novel japonesa escrita por Takahiro Yamato e ilustrada por Hanamaru Nanto. A série que tem 11 volumes, ficou incompleta  depois da morte do autor em 2009.
Existe uma versão em mangá da história, que está em andamento desde 2007.

Houve também uma adaptação em anime da série, para a TV feita pela Gonzo, que foi ao ar em 2007.

Kaze no Stigma conta a história de Kazuma Kannagi, que era considerado um fracasso em seu clã por não ter a habilidade de dominar as chamas. Kazuma participa de um torneio para decidir quem vai ficar com uma espada que representa poder em seu clã, a Enraiha. Ele perde para Ayano Kannagi, e é banido.

Quatro anos depois Kazuma volta, com o nome Kazuma Yagami, e mestre do poder de controlar o vento. Ao mesmo tempo, ocorrem assassinatos no clã Kannagi, e a arma usada foi a arte de dominar o vento. Kazuma junto com seu irmão Ren, e Ayano para provar que ele não foi o autor dos crimes.

A história é basicamente essa. Além de MUITA ação, existem muitos momentos cômicos com as frustrações de Ayano, perante ao arrogante Kazuma.

Ayano é bastante poderosa, e possui a Enraiha, mas é um pouco imatura em muitas vezes. Ren não tem muitas habilidades, mas tem talento para ajudar os outros dois. Kazuma por sua vez, é o mais poderoso e está quase sempre no domínio da situação.

Diferentemente de protagonistas de outros animes, os protagonistas dessa história não procuram ficar mais fortes, mas sim achar novas táticas para derrotar seus inimigos.

Enfim, é um anime que eu recomendo, apesar de não ter conseguido assistir até o final. Não é um dos melhores que eu já vi, mas é interessante.

Ja Ne!