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Ainda sobre Coffe Prince..

20 ago

Oi!!^^

  Eu ainda estou assistido à Coffee Prince, em um rítimo leeeeento. Não sei se só pela falta de tempo, ou se a história não me prendeu muito mesmo. Mas não estou pensando em abandonar não! Só tenho a impressão de que o fim não está muito próximo…

  Hoje eu só vim comentar sobre uma coisa que está me incomodando um pouco… Ah, sugiro que quem não quiser nenhum tipo de spoiler, pare de ler agora!

  Então, em Coffe Prince nós temos a menina que finge que é homem pra se manter no emprego. Até aí, tudo normal. É a típica “garota travestida”, um tipo muito familiar para quem está acosumado com as produções asiáticas.

  O problema (óbvio) é que ela se apaixona pelo chefe dela, e vice versa. Ele não se declara para ela por acreditar que ela é homem, e como ele é heterossexual e nunca na vida tinha sentido atração por um homem antes, ele nega os próprios sentimentos.

  Quando essa trama fica gasta, temos um desfecho lindo. Ele agarra o “menininho” e se declara para “ele”, dizendo que o ama, sendo “ele” homem, mulher ou et. Isso seria lindo DEMAIS se o menininho fosse DE FATO um menininho!

  Então, declarações feitas, depois de algumas confusões ele descobre que a Coca era Fanta. No começo ele fica revoltado por ela ter o feito passar por todo esse sofrimento de mudança de sexualidade desnecessário. mas depois ele a perdoa e os dois ficam juntinhos e bonitinhos, o menininho e a menininha.

  Está tudo bem né? Mas opa… Será que isso foi bom mesmo? Os otimistas vão olhar e pensar “Nossa que lindo, ele ama ela pelo que ela é, independentemente de ela ser mulher, homem, dinossauro ou planta!”. Já eu,vejo um problema aí.

  Qual o problema de um homem se apaixonar por outro? Nenhum. Então porque não, fazer esse romance maravilhoso com dois homens? (E as fujoshis viiibram). Eu acho que o fato de a protagonista ser mulher foi apenas pra suavizar o romance homoafetivo que foi construído durante todo o começo do drama. Tipo assim “pronto, fizemos nosso papel e mostramos um pouco da liberdade de amar, agora vamos dar um desconto pro cara e dizer que o menininho que ele ama é uma menininha, pra tudo ficar mais light”.

  Eu acho que Coffe Prince desperdiçou a oportunidadede discutir um assunto importante para obedecer às leis ridículas do “politicamente correto”.  E eu acho um grande problema as pessoas não perceberem isso. No começo, o gerente se apaixona pela Eun Chan ACREDITANDO DE VERDADE que ela era um homem. Ou seja, na mente dele ele se apaixonou por um homem. E passa por todo um processo crível de auto-aceitação. Primeiro ele nega, tenta entender o que está acontecendo, e por fim assume o seu amor, e se dispõe a viver ele plenamente, sem se importar com o que os outros iriam pensar. Pena que todo esse processo foi inútil, já que Eun Chan era mulher. (Acho que tudo isso foi para não perder audiência dos homofóbicos e da liga da família carioca, que fingiram que não viram nada só porque a Eun Chan era mulher).

  E pra completar o show de absurdos, Eun Chan, mulher, apaixonada pelo gerente, sabia que ele também era apaixonado por ela, e só escondia isso porque pensava que ela era homem. Por que essa idiota não economizou todo esse tempo e chegou nele e falou “olha chefe, agora que a gente é super amigo, deixa eu te contar uma coisa. Sou mulher. Mas preciso do emprego, porque você sabe o quanto eu sou pobre”. Era óbvio que ele iria permitir que ela mantivesse o disfarce para continuar no emprego (tipo acontece em OURAN), e ainda por cima eles teriam começado a namorar muito antes.

  Eu entendo a frustração do gerente ao descobrir o sexo verdadeiro de Eun Chan. Eu só não entendo como ela aceitou a situação absurda de namorar um cara que pensava que ela era homem. E no final das contas eu fiquei muito confusa sobre a orientação sexual do chefe. Ele é gay ou é bi? Porque hétero ele não é MEEESMO.

XOXO

Mallu

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Black Bird 9

27 jul

Oi!!^^

  Ontem eu recebi o meu volume 9 de Black Bird, da VIZ. (Black Bird também sai no Brasil pela editora Panini). Eu decidi fazer alguns comentários sobre esse volume, então o texto terá spoilers.

  Todo mundo sabe que eu gosto muito dessa série (apesar de todos os problemas que ela tem), e eu comentei até o volume 8 nesse post aqui. Depois do final épico do volume 8, quando Misao e Kyo finalmente fazem amor (e eu achei a cena muito bonita) eu estava esperando ansiosamente pelo volume 9.

  Eu gostei do começo do volume. Tivemos uma cena bastante terna, da manhã seguinte à primeira noite deles, e o surgimento de novos conflitos após a perda da virgindade da “Senka Maiden”. Mesmo não sendo mais virgem, Misao ainda possui os mesmos poderes de antes, o que faz com que ela ainda seja alvo de ataques. Temos também um clã (que eu não tenho certeza qual seja, se alguém lembrar, me avise) discutindo que ainda tem uma chance de obter a Senka, afinal eles possuem o Senka Roku completo (e o final não parece ser nada bom para a nossa heroína). Temos também problemas internos no clã dos tengs, já que todos querem o sangue milagroso da esposa de seu líder.

  Além de tudo, começam as discussões sobre o amor que Kyo sente por Misao, e o quanto isso os coloca em risco. Entra também o previsível (e chatérrimo) conflito do “não podemos nos tocar mais”, além de uma interessante trama que está sendo arquitetada por um clã ainda desconhecido, que utiliza humanos sob possessão para atacarem a Senka, gerando uma situação “com reféns humanos” que está torturando a nossa protagonista.

  Apesar de todo esse desenvolvimento promissor, eu acho que o volume 9 caiu de nível com relação aos volumes anteriores simplesmente pela imaturidade da autora. Mesmo com o andamento da história interessante, ela conseguiu estragar esse volume deixando a personalidade dos protagonistas totalmente doentia. Depois de uma cena de amor linda no final do volume 8, temos um Kyo que afasta a mão de Misao (sob a desculpa de que ele não quer ser tentado por ela), e uma Misao que chora NO ONIBUS porque seu amado não quer mais tocá-la (ela entende que ele não pode ficar com ela novamente, mas ela age como se ele não quisesse fazer, e se tortura por isso).

  Como se não bastasse, toda essa tensão da falta de toque entre os protagonistas (que contagia os leitores acostumados com pelo menos um beijo por capítulo) culmina em uma cena terrível no último capítulo, onde Kyo ESTUPRA Misao. Sim, ele estava bancando o vilão, em uma atitude autruísta de ficar com toda a responsabilidade sobre as vidas humanas destruídas, porque ele é o demônio malvadao e bla bla bla. Mas na verdade, essa cena serviu apenas para saciar a personalidade da autora, que desde os capítulos iniciais estava se rasgando de vontade de inserir um estupro na história. E precisava? Mesmo? Não consegui ver nenhuma função real para essa cena, foi apenas uma tentativa de fanservice que funcionou como um desserviço para mim.

  A cena não foi violenta (como se imaginaria que fosse um estupro), não foi tórrida como a explosão de paixão que eu estava esperando depois da bobagem do “não nos tocaremos mais”, não foi terna e romântica, ou seja, não foi nada além de desnecessária. O pior de tudo foi ter que aguentar o protagonista dizendo “eu estou transando com você contra a sua vontade, porque você não foge e parece tão feliz?”. Kyo falaria isso? E outra, como assim contra a vontade dela se Misao passou o volume inteiro chorando e implorando para se unir à Kyo novamente?

  Em resumo, não gostei. Mas não posso dizer que fiquei surpresa. Acho que a Kanoko Sakurakoji estava só esperando seu editor ir tomar um café para fazer uma cena dessas… Gostaria apenas que ela se redimisse e desenvolvesse bem as tramas iniciadas nesse capítulo, e que cenas inúteis assim não se repitam (duvido né?).

XOXO

Mallu

Primeiros Episódios: dorama de OURAN

25 jul

Oi!!^^

  Hoje eu assisti ao primeiro episódio do tão mal falado dorama de OURAN High School Host Club.

   Confesso que já comecei a assistir cheia de preconceitos e sem grandes expectativas. Ainda bem, porque se eu estivesse esperando alguma coisa do mesmo nível do mangá e do anime, eu teria me decepcionado bastante. Mas como já estava esperando o pior, até que consegui me divertir um pouquinho…

  Nesse primeiro episódio, tivemos coisas razoáveis, coisas muito ruins e momentos desastrosos. Outras coisas só me deixaram confusa, eu ainda não sei o que pensar sobre a aura negra em volta do Nekozawa-sempai, por exemplo…

  Eu fiquei realmente chateada por eles terem destruído a cena épica em que Haruhi entra na terceira sala de música pela primeira vez. Ao invés dela ter sido surpreendida pelos meninos em sua clássica formação, no marcante momento “Irasshaimase!!!”, a menina ficou simplesmente contemplando a beleza da sala e o quanto tudo aquilo deveria custar. Haruhi não liga para isso! Ela é totalmente desligada! Depois dessa cena descaracterizada, os meninos que, no dorama, sentam DE LADO para a porta ao invés DE FENTE como deveria ser, dão as boas vindas à ela.

  E é óbvio que eu me assustei com o Tamaki. Gente, esse menino parece um macaco! (Com todo respeito aos macacos). Sem falar que ele não entrou no espírito do personagem. Ou melhor, nenhum dos atores assumiu verdadeiramente a identidade dos personagens, ao contrário dos dubladores do anime que fizeram um trabalho excepcional. Não adianta, por exemplo, o Honey carregar um coelhinho. Sua voz não transmite em nada a atmosfera kawaii do personagem, que é tão marcante no anime.

  Outra coisa que me irritou foi o fato de que a atriz não parecer de FORMA ALGUMA com um menino. Tudo bem que a história toda de OURAN é absurda, mas eles poderiam ter caprichado mais no dorama… principalmente no início, antes da transformação de Haruhi. Mesmo com os óculos, o cabelo levemente bagunçado, estava tudo limpo demais. A Haruhi no mangá parecia uma mendiga.

  Eu já havia dito que não gostei da mudança dos uniformes (que no original são azuis, e no dorama são pretos). Mas o uniforme das meninas está uma desastre ainda maior! Dá para notar uma tentativa frustrada de fidelidade com o original no modelo do vestido. Mas ao invés do vestido bufante amarelo com meias brancas, temos vestidos HORRÍVEIS brancos com meias pretas que mais parecem calças.

  E para quem achava que não poderia ficar pior, esse episódio também mostrou a cena mais forçada que eu já vi na vida, quando Hani pula nos braços de Haruhi; e o momento mais trágico da dramaturgia mundial, com o coração cor-de-rosa do Tamaki pulsando. Eu senti uma vergonha alheia tão grande nesse momento, que se eu estivesse assistindo junto de alguém eu provavelmente teria me suicidado.

  Em resumo, eu não gostei do dorama. Porque ele falha miserávelmente na sua proposta como dorama de humor: fazer rir. O episódio não foi engraçado, e eu estou duvidando que a série irá ficar muito melhor que isso (no máximo vai conseguir ser levemente divertida, nunca extremamente engraçada, como é  caso do mangá e do anime). O humor está pastelão demais, eu realmente não consegui rir. Mas se você for uma pessoa realmente maldosa como eu, garanto que a cena em que o suposto galã tira a camisa e exibe o seu sensual físico de lagartixa irá provocar no mínimo uma gargalhada.

  Mas eu consegui sorrir levemente na parte em que o Tamaki chora com o lenço na cara pra me poupar daquele rosto horrível do ator, e quando Mori sai correndo ao fundo com Hani (com seu bracinho apontando para a frente) nos ombros, porque eu senti uma brisa de nostalgia que me lembrou que aquilo talvez fosse parecido com OURAN…

  Eu gostei bastante do final do episódio, achei muito meigo. Gostei da modificação da cena da fonte, com todos os amigos indo procurar a carteira juntos, foi uma cena bonita… Talvez por causa dessa cena que eu decidi não abandonar a série.

  Vou acompanhar esse dorama, e fingir que não tem nenhuma relação com o meu mangá favorito…

XOXO

Mallu

 

Atualização: Estou acompanhando a série, e adorando! Como o título explicita, essa análise foi apenas do primeiro episódio.  Eu já comecei a mudar de opinião sobre a série no segundo episódio, e a partir daí foi só amor. Também escrevi resenhas/comentários dos episódios 5 e 9.

Oh! My Lady

21 jul

Oi!!^^

  Depois de muita enrolação, hoje o post é sobre Oh! My Lady

  Oh! My Lady foi o último K-drama que eu assisti, e entrou rapidinho pro meu Top 10. Sério, não dá pra não amar.

  O drama conta a história de Sung Min Wo (Choi Si Won), uma estrela nacional, e que na real é mais famoso por ser bonito do que por suas habilidades artísticas. Um dia, a trabalhadora Yoon Gae Hwa (Chae Rim) (que faz o que pode para sustentar a sua filhinha), vai trabalhar de diarista na casa do bonito.

  Lá, ela faz uma confusão básica e acaba queimando a camisa dele. (Parece inútil, mas foi vital para os acontecimentos que viriam a seguir). Depois dessa ele manda ela em bora (mimadão), e ela arruma um emprego numa empresa de entretenimento, que cuida de musicais.

   A empresa em questão é a Show Company, e eles querem o bonitão na peça nova para atrair a audiência. Então Gae Wa decide pedir para ele… Em uma dessas, ela vai até a casa dele levar uma camisa nova que ela havia comprado para repor aquela que ela estragou e uma situação confusa está acontecendo na recepção…

  Na portaria do prédio (que tem o porteiro mais lindo que a humanidade já viu, sério. Duvido que você vai encontrar na sua vida um porteiro assim…) tinha um homem desesperado para entregar uma menina no apartamento do famoso. Para se livrar do “pacote”, o porteiro entrega a menininha para Gae Wa, a nossa querida ajumma…

  Descobre-se então que a menininha se trata de Ye Eun (Kim Yoo Bin) e ela é a suposta filha de Min Wo, cuja existência ele desconhecia até então. A partir daí, Min Wo precisa da ajuda da ajumma para cuidar da fofíssima menininha. A história se desenvolve então, com a amável relação de pai e filha que se constrói entre eles, com Min Wo tentando provar que não é só mais um rostinho bonito dos palcos e, como todo mundo já imaginou, com a evolução do estranho relacionamento entre ele e a ajumma.

  Oh! My Lady é uma comédia divertidíssima! A combinação homens belos + crianças fofas mostra-se infalível, como sempre. Eu recomendo para todos.

XOXO

Mallu

Os 10 doramas favoritos da Mallu

18 jul

Oi!!^^

Está ficando entediado das férias? Está começando a pensar que voltar para o colégio/faculdade seria legal? Então afasta esses pensamentos hereges e se distraia assitindo algum dorama!

Muito tempo atrás eu fiz uma postagem sobre os meus doramas favoritos. O problema é que esse post continua muito popular, embora esteja desatualizado. Então eu resolvi criar uma lista nova, com os meus 10 doramas favoritos! (Digo dorama por hábito e porque é assim que a maioria das pessoas fala, mas a maior paste da lista é de k-dramas…). Se você clicar no link que aparece nos doramas poderá ler as minhas resenhas completas sobre eles, ou então basta procurar  no blog 😀

10) Personal Taste

  É uma comédia romântica que conta a história do arquiteto Jeon Jin Ho (Lee Min Ho) que finge ser gay para alugar um quarto na Sanggojae, uma casa toda bafão que é habitada pela maluquinha Park Kae In (Son Ye Jin). Kae In, que sofreu muito por amor, fica toda feliz com o seu novo amigo gay. Mas será que é só isso mesmo?

Personal Taste é um K-drama de 16 episódios, e Lee Min Ho ganhou o MBC Drama Award de 2010 como melhor ator por ele.

09) Code Blue

  É um dorama de drama médico. O código azul é utilizado em hospitais para indicar emergências que necessitam de cuidado imediato. Nesse dorama, somos apresentados a um grupo de 4 jovens médicos (interpretados por Yamashita Tomohisa, Aragaki Yui, Toda Erika e Asari Yosuke) que competem por uma vaga como médico oficial de voo, que trabalha nos resgates realizados com o helicóptero.

Code Blue é um dorama japonês com 2 temporadas de 11 episódios cada uma e um especial entre elas. A primeira temporada ganhou o 58th Television Drama Academy Awards por melhor direção para Nishiura Masaki e Hayama Hiroki, e a segunda ganhou o 64th Television Drama Academy Awards como melhor drama.

08) Oh! My Lady

  É uma comédia romântica divertidíssima que conta a história do astro Sung Min Woo (Choi Si Won) que do nada se vê obrigado a cuidar de sua filha de 5 anos, cuja existência ele desconhecia. Para cuidar da fofíssima e manter a sua existência em segredo (afinal, ele é uma celebridade. Uma filha fora do casamento seria um escândalo!) ele conta com a ajuda da ajumma Yoon Game Hwa (Chae Rim).

Oh! My Lady é um K-drama de 16 episódios.

07) Secret Garden

É um k-drama que eu não sei classificar. Tem bastante comédia, bastante drama, tudo envolto em uma temática de fantasia. Conta a complicada e divertida história de amor entre a dublê Gil Ra Im (Ha Ji Won) e o excêntrico milionário Kim Joo Won (Hyun Bin), que em determinados momentos da história trocam de corpos.

Secret Garden é um K-drama de 20 episódios. Ele ganhou diversos prêmios no 2010 SBS Drama Awards, são eles: melhor ator e melhor atriz (para Hyun Bin e Ha Ji Won), prêmio de drama mais popular, premio de ator e atriz mais popular (para Hyun Bin e Ha Ji Won), e o prêmio de melhor casal do ano, para Hyun Bin e Ha Ji Won.

06) Life

  Life é um dorama de drama que mostra até que ponto pode chegar a violência escolar, o famoso Bullying (Ijime no Japão).  Nele temos uma das vilãs mais terríveis de todas, a psicopata Manami (Fukuda Saki), que lidera o ijime pra atormentar a vida da coitada da Ayumu (Kitano Kii). Mas não pensem que ela se rende…

Life é um dorama japonês com 11 episódios. Ganhou o 54th Television Drama Academy Awards como melhor diretor para Tanimura Masaki, e o de mlehor atriz coadjuvante para Fukuda Saki.

05) Boys Before Flowers

É uma comédia romântica com ares de drama, que conta a história do romance difícil entre o herdeiro mais rico do país Goo Joon Pyo (Lee Min Ho) , que se apaixona perdidamente pela pobre Geum Jan Di (Koo Hye Sun), a única mulher fora de sua família que teve a ousadia de enfrentá-lo. É a versão coreana do popular dorama japonês Hana Yori Dango. Apesar de amar Hanadan, eu prefiro a versão coreana. É um drama que todo mundo tem obrigação de assistir!

Boys Before Flowers é um K-drama de 25 episódios. ganhou vários prêmios, são eles: 2009 KBS Drama Awards por melhor atriz de drama para Koo Hye Sun, melhor ator novato para Lee Min Ho, melhor atriz novata para Kim So Eun, melhor casal do ano para Lee Min Ho e Koo Hye Sun, mais popular na internet (?) para Koo Hye Sun; 2009 Seoul International Drama Awards de ator mais popular para Kim Hyun Joong; e o 2009 45th Baeksang Arts Awards de melhor ator novato para Lee Min Ho e de mais popular para Kim Hyun Joong.

04) Nodame Cantabile

É uma comédia romântica incrívelmente divertida que conta o relacionamento entre dois estudantes de música clássica, o prodígio Chiaki (Tamaki Hiroshi), extremamente perfeccionista e organizado, e a super excêntrica pianista Nodame (Juri Ueno), que leva uma vida totalmente anárquica.

Nodame Cantabile tem uma temporada com 11 episódios, 2 especiais (Nodame Cantabile Shinshun Special in Europe) e 2 filmes que finalizam a série, Nodame Cantabile Finalle parte 1 e 2. Ganhou vários prêmios, são eles: 51st Television Drama Academy Awards de melhor dorama, melhor atriz para Juri Ueno, melhor diretor para Takeuchi Hideki, melhor arranjo musical para Takeuchi Hideki e melhor abertura para Hattori Takayuki. Ganhou também o 2nd Seoul Drama Awards como melhor minissérie, melhor música e melhor diretor para Takeuchi Hideki. A atriz Juri Ueno também ganhou o 1st Tokyo Drama Awards como melhor atriz pelos especiais da série.

03) You Are Beautiful

  É uma comédia romântica que conta a história da freira Go Mi Nyeo, que para ajudar seu irmão gêmeo Go Mi Nam (Park Shin Hye), o substitui na banda de sucesso A.N.JELL. Lá, ela conhece o arrogante Hwang Tae Kyung (Jang Geun Suk), um homem capaz de abalar os seus votos.

You Are Beautiful é um K-drama de 16 episódios. Ganhou o 2009 SBS Drama Awards como o dorama mais popular na internet e o top ten stars award para Jang Geun Suk.

02) The Snow Queen

  K-drama de romance e drama, que conta a história (mais tristemente linda que existe) do prodígio Han Tae Woong (Hyun Bin), que depois de um grande trauma assume um novo nome, Han Deuk Gu e se torna um lutador de boxe. Em meio à dificuldades, ele acaba se tornando o motorista da mimada Kim Bo Ra (Sung Yu Ri), com quem vive uma linda história de amor. Mas Bo Ra guarda um terrível segredo, assim como Han Deuk Gu…

The Snow Queen é um K-drama com 16 episódios. Ganhou o 2006 KBS Drama Awards como ator mais popular para Hyun Bin, atriz mais popular para Sung Yu Ri, mais popular na internet para Hyun Bin e melhor casal do ano para Hyun Bin e Sung Yu Ri.

01) My Name is Kim Sam Soon

A comédia romântica mais engraçada de todas, com certeza o meu dorama favorito! Conta a história da divertídissima patissière Kim Sam Soon (Kim Sun Ah), que é completamente louca e tem complexos com a sua idade, com seu nome e com o seu peso. Mas nada disso impede ela de conquistar o bofe escândalo do momento, o seu chefe (mais jovem) Hyun Jin Heon (Hyun Bin).

My Name is Kim Sam Soon é um K-drama com 16 episódios. Ganhou diversos prêmios. São eles: 2006 42nd Baeksang Arts Awards, onde ganhou o prêmio máximo, o prêmio de melhor roteiro, o prêmio de ator mais popular para Hyun Bin, o prêmio de melhor elenco e de melhor casal para Hyun Bin e Kim Sun Ah; o 2006 Seoul Drama Awards como melhor minissérie, e o 2005 MBC Drama Awards como top excellence actress para Kim Sun Ah, top excellence actor para Hyun Bin, atriz de excelência para Jung Ryu Won, melhor ator novato para Daniel Henney, atriz mais popular para Kim Sun Ah, ator mais popular para Hyun Bin e melhor casal do ano para Hyun Bin e Kim Sun Ah.

Olha, esse foi um dos posts mais difíceis que eu já fiz! Foi muito difícil escolher apenas 10 séries, entre as várias que eu gosto. Mais difícil ainda foi determinar a ordem delas (menos das 2 primeiras, que são realmente as favoritas!). Espero que vocês gostem da seleção, e que seja útil para quem está sofrendo de tédio e precisa se distrair com alguma coisa…

XOXO

Mallu

Primeiros episódios: Dantalian no Shoka

17 jul

Oi!!^^

  Ontem eu assiti ao primeiro episódio da última série que eu pretendo acompanhar dessa temporada, Dantalian no Shoka (ou a Biblioteca Mística de Dantalian).

(Só eu fiquei apavorada com essa tia que aparece no encerramento? Ou melhor, com esse encerramento inteiro?)

  O episódio começou de uma forma interessante. Após a morte de seu avô bibliomaníaco, Huey se dirige à casa do falescido. Chegando lá, ele vê diversas estantes vazias. Intrigado com isso, descobre uma passagem secreta que leva à um tipo de porão, onde ele encontra todos os livros e uma menininha sentada.

  Antes de morrer, o avô de Huey desejava que ele herdasse a casa e tudo o que ela contém, e que ele fosse o responsável pela tal Biblioteca Mística (e que cuidasse da tal menininha, a Dalin).

  Já no primeiro episódio, descobrimos que Dantalian é o nome do demônio do conhecimento, que possúi inúmeros livros. A decepção de Huey é ver que o acervo de seu avô era aparentemente comum afinal, ele estava esperando pela bibliotéca mística de um demônio…

  Mas ahá! Crimes misteriosos acontecem! E aparecem uns animais estilo Jumanji! E tudo parece estar relacionado à um livro misterioso que foi roubado da casa do velhinho!

  E então Dalin conta toda a história triste sobre os Livros Fantasma e as bênçãos e maldições que eles carregam. E o porque eles devem continuar seguros na Biblioteca Mística de Datalian.

    Como todo mundo já imagina, Huey é o guardião da chave da tal biblioteca e faz um contrato com Dalin para ser o humano responsável de Dantalian no Shoka. E pra selar o livro ele conta uma história triste mimimi que encheu o saco.

  (Eu só não sei onde eles arrumaram tempo para conversar sobre coisas tão sérias com um dragão solto na sala…)

  Eu gostei bastante do visual e do clima da série. A trilha sonora combina muito bem tabém. Eu pretendo continuar acompanhando a série, e vamos ver no que ela dá… espero mais ação quero ver sangue, suor e lágrimas.

XOXO

Mallu

Usagi Drop de novo…

14 jul

Oi!!^^

  Gente, será que Usagi drop vai conseguir ficar ainda mais lindo?

  O segundo episódio, mesmo sem a carga dramática do primeiro, foi perfeito. Desde a confusão de Daikichi tomando as providências para criar a pequena Rin até o comportamento realista da menina (diferente das crianças idealizadas que vemos não só em animes, como em filmes ou novelas), tudo parece ter sido cuidadosamente calculado para que o expectador se insira totalmente na história.

  A  Rin é uma graça, e suas ações são retratadas com uma delicadeza que eu nunca vi antes! A menina é infantilmente impecável, quando ela é fofa ou quando mostra seu lado negativo, como na cena em que desmonta a construção de uma coleguinha na creche em um momento de frustração.

  Usagi Drop é o anime mais bonito da temporada, e um dos mais bonitos que eu já vi.

XOXO

Mallu

OBS: Obrigada Deus, por conseguirem retratar o relacionamento NORMAL de um adulto NORMAL criando uma criança NORMAL, sem aquelas apelações doentes de loli-con!!!

 

Atualização: Eu terminei de assistir e a resenha da série completa está aqui.

Primeiros episódios: No. 6

12 jul

Oi!!

  Hoje eu vou falar de No. 6, mais um dos animes que eu pretendo acompanhar nessa temporada.

  No.6 é a ficção yaoi da vez do famoso bloco noitaminA. Eu comece a assitir com as expectativas bem baixas (acho que foi o trauma de [C] falando mais alto…), e talvez seja por isso que eu tenha gostado tanto (ou o anime é muito bom mesmo). A história é ótima, a animação está muito linda e a trilha sonora também.

  O anime conta a história de uma cidade ideal, futurística e controlada (me remeteu à Admirável Mundo Novo, amo histórias assim). Nela as pessoas vivem pensando que estão em “um mar de rosas”. Mas depois do curioso encontro entre o típico personagem misterioso do cabelo cinza, fugitivo da polícia, e o jovem ideal (o menino tem 12 anos, estuda em uma escola de gênios e já sabe fazer sutura) que se apaixonam loucamente em um romance puro vemos que as coisas não são beem assim….

  O episódio já começou bem, com uma cena “eletrizante” (sessão da tarde?) em uma galeria de esgoto. Sério, a cena foi muito boa mesmo. Mas aí corta e vai pra uma cena bizarra de um menino flutuando sobre a cidade e se desfazendo em pétalas (achei bregão). Como se as brisas escolares fossem assim…

   Olha, eu gostei demais de No. 6, e fiquei muito curiosa sobre o que existe na realidade por trás da máscara da cidade perfeita…  Pelo que eu lí por aí, vai ter toda uma conspiração… A série está prometendo demais, espero não me decepcionar!

  Ah… só uma observação aleatória… Só eu vi maldade nessa história?? Ah essas fujoshis maldosas!!!

Sério que só eu vejo Yaoi nisso aí?

  Claro que não. Fujoshis, comemorem. Além de ser um ótimo anime, No. 6 tem muuuuito, muito mesmo material para delírios Yaoi. e não é só “a bela amizade entre homens”, nesse mato tem coelho SIM! (Só pra constar, esse foi o meu primeiro print ^^ eu precisava compartilhar esse momento!!)

  Agora é esperar a estréia de Dantalian no Shoka e pronto, chega de animes da temporada de Verão!

XOXO

Mallu

Atualização: Eu terminei de assistir e a resenha da série completa está aqui.

Primeiros episódios: Kami-Sama no memochou

11 jul

Oi!!^^
   Seguindo com os comentários sobre os primeiros episódios de alguns animes que estreiaram esse mês, hoje eu vou falar de Kami-Sama no memochou.

  Eu estava cheia de preconceitos com esse anime, mas posso dizer que, até agora, foi uma das estréias que mais me empolgou (junto com Usagi Drop). Apesar do fanservice exagerado e toda a questão loli que me incomoda um pouco, o primeiro episódio foi excelente.

  Kami-Sama no memochou conta a história de um grupo de NEETs que se reúnem como detetives para resolverem casos. A cabeça do grupo é a hikikomori Alice, uma lolitinha que fica o dia inteiro de pijamas e da sua cama (rodeada por diversas telas de computador) tem as grandes idéias para conduzir a investigação. Alice dá as ordens, e o seu grupo de detetives NEETs executam. A menina também é a responsável pela conclusão do caso (pelo menos nesse episódio).

  Eu estava com receio de assitir essa série porque só de ver o trailer, a carga loli me irritou. E eu não estava errada! O anime é cheio de fanservice, e parece que vai usar e abusar do complexo de lolita até o final (eu sou uma pessoa que tolera um grau de MOE e de fanservice até um certo ponto. Quando cai no loli-com eu não gosto MESMO) . Mas a história é tão interessante, e o episódio foi tão bom, que eu já estou ansiosa pelo próximo!

  O anime tem uma história ótima, e um grupo de personagens bem diferentes entre si, e cada um é interessante a sua forma. Eu gostei muito!  Tomara que nos próximos episódios tenhamos mais casos interessantes (e envolvendo temas polêmicos) para esse grupo de NEETs solucionar!

XOXO

Mallu

Primeiros Episódios: Ikoku Meiro no Croisée

9 jul

Oi!!^^

  Vocês perceberam? Eu criei uma nova categoria no blog, a de “Primeiros Episódios”, onde eu irei comentar, obviamente, sobre o primeiro episódio das séries que eu assistir. Antes eu falei sobre Blood C e Usagi Drop. Agora eu vou falar sobre Ikoku Meiro no Croisée.

  Eu já tinha falado antes sobre esse anime, e estava muito empolgada com ele. Confesso que o primeiro episódio não foi tuuudo isso que eu esperava…

  Eu gostei muito do cenário, dos objetos… a primeira cena foi linda, com a japonesinha andando pelas ruas de Paris batendo os seus tamanquinhos, e causando tumulto em pleno século 19 com suas roupas orientais. Mas apesar de toda a beleza do anime, eu sinto que tem um clima meio estranho, como se estivesse faltando alguma coisa que eu não sei o que é…

  O que me irritou muito foi o fato de dizerem que a Yune não sabia o idoma do local, mas ela sempre respondia nas conversas! Então eu fiquei um pouco perdida sobre o quanto Yune sabia de francês, e o que ela realmente entendia ou não ( o fato deles falarem em japonês o tempo todo também não ajuda muito(sim, eu sei que temos que abstrair e fingir que é francês), e a desculpa de “ela não entende, mas sente a atmosfera” também não colou!). Já que ela não sabe o idioma local, só deveria acenar com a cabeça!

  O mais irônico foi o fato de Claude dar um livro para ela aprender francês, depois deles já terem conversado. Ou seja, se ele não fala japonês, e ela ainda não tinha aprendido francês, eles estavam conversando como? Em Na’vi??

  Pra piorar, quando o idiota percebe que ela estava respondendo quando ele falava com ela, ele pergunte “Oh, então você me entendia?” Sério, a menina precisava fingir que não sabia o idoma? E o povo precisava acreditar na ignorância dela, quando a farsa era tão óbvia? Achei mal feito… Eu geralmente relevo muitas coisas, mas isso foi além dos limites! Ainda mais por ser um anime histórico, onde eu imagino que o público seja um pouco mais selecionado…

  “Nossa Mallu, você ficou o post inteiro reclamado da situação dos idiomas, não tinha mais nada do que falar não?” Claro que não, não aconteceu mais nada!!! (Mentira, teve o lance do kimono, mas como eu achei uma bobagem sem fim não vou nem comentar. Sério, quem se livra da herança da mãe desse jeito?).

  Enfim, essa paradisse é Ikoku Meiro no croiséé. Mas eu não vou parar de assitir só porque o primeiro episódio foi estranho. Além do mais, a narração em francês do final foi promissora. E a cena depois do encerramento foi bem bonitinha também… Por falar nisso, segue o encerramento que eu achei bonitinho.

  Mas eu preciso falar. Esses momentos “fanservice não-declarado para pedófilos” no encerramento me incomodaram bastante…

Vamos ver no que essa série vai dar…

XOXO

Mallu